31 de ago de 2007

Video Game Live em Setembro no Brasil

(De novo! Para quem perdeu como eu)



Quem ainda não sabe o que significa Video Game Live, basta dizer que é o evento que reúne gente doida e maluquinha de todos os cantos para ouvir músicas de videogame tocadas por uma orquestra. (Isso me faz pensar que o jovem tem interesse por música instrumental ou clássica - Basta que coloque em seu mundo da imaginação, não é verdade?).


Bom, para quem for de São Paulo, corre, porque é a primeira data do Brasil, em 16 de setembro, no Via Funchal (Fernando, corre lá). Agora se você for do Rio de Janeiro, fica tranquilo porque a data é só quase no finalzinho do mês, no dia 23 de setembro, no Claro Hall. Bom, quanto a Brasilia, eu ouvi pela internet alguns boatos que talvez aconteça um show por ai, no dia 30 de setembro (À confirmar).


Quem quiser mais informações, acesse o site oficial do Video Game Live, e enquanto isso, confiram aí a música tema do Metal Gear Solid (lembro dessa musiquinha, jogando no meu Game Boy Color, meu Deus!)


Final Fantasy - Retrospectiva (Final Fantasy 7)

Olá pessoal.

Estou postando como de praxe mais uma parte do Especial feito pelo Game Trailers em versão legendada. Dessa vez, o lendário Final Fantasy 7 é o tema da retrospectiva. Aproveitando toda essa febre dos especiais 10 anos FF7, com essa compilação de produtos relacionados e a esperança que jamais morrerá sobre o remake dos sonhos, a Square Enix até exibiu uma galeria em Tóquio que estará exposta até dia 2 de setembro.


Retrospectiva:


Parte 1




Parte 2


Fotos do evento:




























Fernando Rodrigues

Xbox 360 mais barato. E agora?

(Meu Deus, acho que vou comprar um!)


Não sei qual é a estratégia da Microsoft, nem do Google. Na realidade, as grandes corporações tem idéias meio loucas, devo confessar. Uma delas foi a diminuição do preço da versão nacional do Xbox360 de 500 reais, a partir de hoje (31 de agosto). Isto mesmo, o videogame passou de RS2.999,00 (dois mil, novecentos e noventa e nove reais) para R$ 2.499,00 (dois mil, quatrocentos e noventa e nove reais). O preço incluí também um HD de 20 GB, um controle sem-fio, uma frente removível extra (faceplate) e três games completos: Perfect Dark: Zero, Kameo e Project Gotham Racing 3.

Bom, melhor isso do que nada, não é? A Microsoft Brasil segue o movimento iniciado nos EUA, onde todas as edições do console tiveram seus preços reduzidos: o modelo intermediário Premium, por exemplo, passou de US$ 399 para US$ 349. E com a palavra, Milton Beck, diretor da divisão de jogos e entretenimento da Microsoft Brasil: ''Como parte do compromisso da empresa com o país, a Microsoft baixa o preço de venda do Xbox 360, também como incentivo à chegada dos próximos grandes lançamentos de games ao Brasil, entre eles Halo 3 e Blue Dragon''. Isso que é boa notícia, não é? Fala sério!

O pacote estará disponível nos revendedores oficiais: Americanas.com, Blockbuster, Brasoftware, CTIS, Extra.com, Fast Shop, FNAC, InfoBox, Livraria Saraiva, MM Santos, Ponto Frio, Shoptime, Submarino, UZ Games e WWW (que pena que eu ainda não ganho nada por fazer esse jabá, ai ai).

A informação veio do site oficial do Xbox, com a colaboração de outros blogs de games pela internet. (Nossa!! São tantos e eu achava que estava tão sozinho nessa blogosfera de games, quanta inocência).

30 de ago de 2007

À espera do Crysis

No dia 16 de novembro, a Electronic Arts começará a distribuição de um dos games mais esperados de 2007, Crysis, que será só para PC. Feito pela empresa alemã Crytek, o jogo se passa no ano de 2019, quando um asteróide cai em uma ilha próxima da Coréia do Norte. O governo do país isola o local e declara que os mistérios do asteróide pertencem somente ao país norte-coreano. Os EUA enviam uma equipe da Delta Force com a missão de reconhecer, avaliar a situação e colher informações para o Pentágono.

Durante essa dusputa entre Coréia do Norte e EUA, o asteróide se rompe e revela uma nave alienígena, que gera uma esfera de energia. Com isso, as vastas áreas da ilha se congelam e o sistema climático do planeto se altera. A partir daí tem início a invasão da Terra.

Em Crysis toda a paisagem tem interação. As folhas podem ser destruídas, o que faz com que um inimigo possa ser descoberto, mas vários destes efeitos só serão possíveis para quem usar o DirectX 10.

Abaixo segue o vídeo com o gameplay de Crysis, que por sinal , está muito lindo.

Crysis Nanosuit Trailer


Outro Gameplay


Agora basta saber se nossos PCs suportarão os requerimentos recomendados, ou até mínimos, para que o jogo rode "lisinho".

Requerimentos recomendados

CPU: Dual-core CPU (Athlon X2/Pentium D)
Graphics: Nvidia 7800GTX/ATI X1800XT (SM 3.0) ou DX10 equivalente
RAM: 1.5Gb
HDD: 6GB
Internet: 512k+ (128k+ upstream)
Optical Drive: DVD

Requerimentos mínimos

CPU: Athlon 64 3000+/Intel 2.8ghz
Graphics: Nvidia 6600/X800GTO (SM 2.0)
RAM: 768Mb/1Gb com Windows Vista
HDD: 6GB
Internet: 256k+
Optical Drive: DVD
Software: DX9.0c with Windows XP

É, agora só falta ser mais um daqueles jogos bonitos e com um péssimo enredo. Esperamos que não!

Beijões!!

Bruna Torres!

29 de ago de 2007

Charge da semana: Devil NEVER Cry!!



Porque Chuck Norris é Chuck Norris, no Céu, na Terra e...nos games, é claro!!
Cadê a pose agora, "fodosão"??
Cada doido que aparece ¬¬ ...
Um grande abraço a todos!!
-Dann Rodrigues, away!!!

28 de ago de 2007

Eternal Sonata abaixo do esperado?

O que aparentava ser um clássico RPG para o X BOX 360, não parece estar agradando tanto a crítica especializada. Depois de receber um 7.0 na Games TM e um 8.0 da Hardcore Gamers Magazine, a própria X BOX Magazine deu somente 8.0 para o game.

É uma pena, pois pelo que ví, tinha tudo para se tornar um dos melhores RPGs dessa geração.
Apesar de notas não serem uma comprovação da qualidade de um jogo, não dá pra esconder um pingo de desapontamento.
Fernando Rodrigues

E falando em Metroid...

A Nintendo teve acesso recentemente a uma lista com os próximos lançamentos para o Nintendo DS. O curioso, foi que um game entitulado Metroid Dread constava na lista. Este seria, uma continuação dos jogos 2D para o portátil. O estranho é que até o momento não houve nenhum detalhe sobre o desenvolvimento do game, muito menos divulgação. Um arquivo pode ser escaneado em Metroid Prime 3: Corruption que diz: Projeto Metroid "Dread" está nos últimos estágios de finalização.
Essa brincadeira da Retro está sem dúvida alguma deixando os fãs curiosos. Se existe mesmo um tal Metroid Dread sendo sendo produzido para o DS, só o tempo vai nos dizer.

Ah, e não deixe de conferir a retrospectiva especial que o Game Trailers fez da série Metroid.

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:


Parte 4:


Parte 5 1/1


Parte 5 2/2





Fernando Rodrigues

27 de ago de 2007

Metroid Prime 3: Corruption

Depois de tanta espera, os donos do Wii tem um grande motivo para comemorar: Metroid Prime 3: Corruption já está para sair (a data oficial é 28/8/07). E como ja era de se esperar, o game já está sendo muito elogiado pela crítica. Confira abaixo o review completo do site Game Trailers que já tiveram a chance de jogar essa belezinha.



Sorte de quem tem ou planeja comprar o console da Nintendo. Mal posso esperar pra botar as mãos no meu. :D

Fernando Rodrigues

Vídeo inédito de FF: Crisis Core é pura nostalgia!

Foi exibido recentemente o mais novo vídeo do esperadíssimo Final Fantasy Crisis Core para PSP com 5 minutos de duração. Nele podemos ver cenas incríveis da história e do gameplay. Dá pra ver que Cloud, Aeris e Sephiroth serão de grande importância no game.


Simplesmente sensacional (destaque para os gráficos que tem um visual mais bonito que qualquer game produzido para um portátil até hoje). A compilação FF7 ainda não trouxe o remake que todo mundo quer, mas existem bons produtos baseados no clássico da Squaresoft. Só não gostei da musica, que não traz aquela melancolia característica do game original. Só espero que Takeharu Ishimoto (responsável por boas trilhas como Kingdom Hearts II, Final Fantasy X e Vagrant Story) não estrague o maravilhoso trabalho de Nobuo Uematsu (compositor das músicas de FF7, bem como da maioria dos jogos da série).

Agora é esperar o lançamento, previsto para 13 de setembro deste ano. ;)

Fernando Rodrigues

Jogos que nos fazem rir

Imaginem um jogo, onde ao jogar purpurina nos inimigos eles morrem. Ou então, você deve dar um grito tão alto, ao ponto de acabar com tudo pela frente. Quem já jogou sabe do que estou falando. Lembram-se do game Michael Jackson's Moonwalker, onde o astro da música jogava purpurina, que saiam das mãos e dos sapatos, em seus inimigos para os matarem. Quando a pó brilhante acabava, Michael os fazia dançar até a morte. O objetivo do jogo era sempre salvar as criancinhas. Já deveríamos ter percebido o quanto é impossível para o cantor fugir às origens.


Detalhe da purpurina



Outro jogo engraçado era o Prehistorik Man, onde um pacato homem das cavernas andava com uma tanguinha amarela com bolinhas pretas e seu pedaço de pau. Para matar seus inimigos ele batia com a marreta, ou então dava um grito enorme para acabar com os inimigos e o que estivesse pela frente. O legal do jogo era esperar a barra do grito encher e soltar o berro fatal. Confesso que era o que eu mais gostava, e me matava de rir com isso.




Um personagem que animava os jogos também era o Guybrush Threepwood, da série Monkey Island (Ilha dos Macacos). Não podemos nos esquecer da caveira Murray, com sua risada maléfica (MUAHAHAHAHAHA), mas que na verdade não passava de um covarde. As canelinhas finas de Threepwood também era outro ponto cômico. O único que me lembro de ter jogado foi a Maldição da Ilha dos Macacos, que tinha além do Guybrush, o inimigo LeChuck e a Elaine, que era noiva ou algo todo tipo de Threepwood. O mais legal eram as lutas no final do jogo com vários piratas. Os duelos eram baseados em escutar a frase que o pirata dizia e escolher outra que rimasse e ainda o humilhasse. Algo do tipo “En Guard, Touche” e a resposta seria “Minha avó luta melhor do que você".




Criado pela Interplay e lançado para Mega Drive e SNES, Boogerman era um game onde o personagem principal tinha três grandes poderes: jogar melecas de nariz, arrotar e peidar. Na parte superior da tela do game, apareciam as habilidades especiais do Boogerman. Havia uma boca arrotante e um narriz catarrento. Por quase todas as fases, tinham melecas verdes espalhadas pelos galhos de árvores.




Lançado pela Atari, em 1982, E.T.: The Extra-Terrestrial foi um game que o sumiço do jogo foi tão rápido quanto o lançamento. Na verdade foi um produto tenebroso de acordo com gamers. O jogo consistia em encontrar as peças da nave espacial, e assim voltar para casa. O game foi considerado difícil e recebeu muitas críticas por ter uma arquitetura complexa. Ainda bem que não tive a oportunidade de jogá-lo.



Se havia um jogo que me matava de rir era Banjo-Kazooie. Nunca joguei o game, mas o que me fazia gargalhar era o modo de fala do jogo. O urso e os outros personagens ficavam o tempo todo com aqueles sons do tipo , “uhunuhunuhunu”. Ele vestia um calção amarelo e andava com um passarinho dentro da mochila.




Parappa the Rapper foi outro game que marcou a minha infância. Adorava dar boas gargalhadas com o jogo. Consistia em apertar os botões na hora exata, correspondendo aos que apareciam em uma linha de tempo. Parappa tinha como objetivo imitar o que o outro personagem cantava, e passar de level, dependendo do seu nível de acertos. O mais engraçado do game é que o jogo era tosco, ao ponto de que quando Parappa virava de lado, era exatamente uma folha de papel. O personagem que marcou em Parappa the Rapper foi o Mestre Onion, que era o primeiro level. Era um cara com cabeça de cebola, na verdade um cebolão.



Earthworm Jim é um game no qual estrela uma minhoca bombada, equipada com uma armadura robótica, tem com objetivo salvar uma princesa, lutando contra vários inimigos no caminho. Jim, a minhoca marobeira, fazia coisas comuns entre as minhocas: comer terra, fugir de corvos, que eram seus inimigos fatais.




Qual é a da vaca??

Bem, existem outros milhares de games que nos lembram os bons tempos de Atari, Snes e por ai vai. Segue algumas imagens dos games toscos ou engraçados.

Back to the Future


James Bond Jr.
Não consegui achar imagens do maravilhoso game


É isso aí pessoal. Se lembrarem de mais jogos escrevam para a gente!

E não se esqueçam, "Kick, punch, it`s all in your mind!" MUAHAHAAHA!!

Beijos,

Bruna Torres.

25 de ago de 2007

Geração coroas

A Nintendo sempre foi uma empresa que investiu em jogos para a família. O Super Nintendo Entertainment System, também conhecido como Super Nintendo, Super NES ou SNES, foi lançado primeiramente no Japão em 1990, com o nome de Super Famicom. Em seguida, foi lançado em 1991 nos Estados Unidos e em 1992 na Europa. O nome que o console recebeu no Estados Unidos (Super Nintendo) foi porque o conceito de família para os americano não é tão forte como é para os japoneses, onde a palavra famicom significa "para a família".




Com a vida corrida dos tempos atuais, alguns pais mal têm tempo para ficar com os filhos. Entretanto, há sempre um tempinho para levar o filho para jogar bola, andar de bicicleta, soltar pipa e outras atividades que os aproximam mais. Nos dias de hoje os jogos se tornaram mais uma destas atividades, onde pais e filhos se divertem em frente da telinha com os jogos favoritos. Com isso, os jogos também ajudam os pais a se aproximarem mais dos filhos. O Mario Kart, Mario Tennis, Mario Party, Super Mario Strikers, Super Smash Bros., Diddy Kong Racing, Wii Sports, são umas das várias opções para que mãe, pai e filhos joguem em conjunto.

O Nintendo Wii tem como foco a diversão através da jogabilidade e interatividade com outras pessoas. O console não investiu em potência de processamento e gráficos avançados, mas sim em uma nova possibilidade de controlar os elementos da tela, com sensores de movimento. Isso mostra que inovação não só é alcançada através da mais nova tecnologia, mas também através da criatividade dos produtores.

Os pais, que são de uma geração passada, estão cada vez mais interessados nos games, principalmente no Nintendo Wii. O console conseguiu atrair jogadores que não jogavam há mais de 30 anos, e até os que nunca jogaram videogame. Estas pessoas acharam mais legal ficar balançando os braços e pernas (com o novo Wii Fit), do que ter que apertar vários botões e ter um reflexo muito bom.


video

Se quiserem ver mais vídeos, segue mais dois links:

Família jogando:



Vovó jogando (o melhor):




É, agora temos que tomar cuidado para não passar pela vergonha de perder para o vovô!

Beijos,

Bruna Torres

Final Fantasy - Retrospectiva Parte 4

Foi lançado a quarta parte legendada no Youtube da excepcional homenagem que o site Game Trailers está fazendo à série Final Fantasy. Dessa vez, é FFVI, um dos melhores da franquia (para alguns o melhor), com direito a 2 partes exclusivamente dedicadas a ele. Vale a pena ver pra quem jogou (e pra quem não se importa de saber alguns detalhes relevantes da trama), e se deliciar com a pura nostalgia de alguns dos momentos mais marcantes dos videogames (ah... as musicas).

Parte 1


Parte 2


Fernando Rodrigues

24 de ago de 2007

Análise: Devil May Cry 2

Mesmo lançado há um bom tempo, tomei a liberdade de escrever também sobre jogos mais antigos, afinal de contas, é sempre bom ter uma base sobre o nosso sistema de análises. Além do fato de que um game não perde o direito de ser avaliado por já não ser lançamento.

É sempre curioso ver continuações de jogos tão promissores dando errado. Se manter a fórmula de jogos tradicionalistas para versões mais recentes (como os veteranos Street Fighter, Mega Man e Final Fight, ambos da própria Capcom) é muito mais difícil do que pode aparentar a princípio, chega a ser embaraçoso ver franquias que se iniciaram nessa geração tropeçando tão rápido. E o que fazia sucesso no excelente Devil May Cry, era justamente sua forma única de misturar um jogo de ação incrivelmente frenético, desafiante e com uma boa dose de exploração. Mesmo que inspirado em outro game da Capcom (nem preciso dizer qual), a capacidade do jogo em montar uma história simples, mas eficiente misturando personagens interessantes e carismáticos, é uma virtude igualmente agradável.

O fato é que, confiante demais do seu próprio acerto, Devil May Cry 2 foi produzido por uma equipe totalmente diferente. Isso já seria cruel para a franquia sem mencionar que temos aqui um time de amadores, então não fica muito difícil imaginar como é fácil arruinar muitos dos principais elementos do original. Se a parte gráfica merece aplausos, as musicas do game já cometem o primeiro deslize. Ao tentar deixar o jogo com uma cara mais dark, as boas melodias high-techs que misturavam um rock progressivo com musica eletrônica foram substituídas por faixas repetitivas e sem inspiração, com batidas mais pesadas de forma quase apelativa.

Mas o fator que sem dúvida mais contribui para o fracasso da continuação é a jogabilidade. O fato é que, caso o novo time de progamadores estivessem prestado mais atenção, seria possível perceber como alguns elementos do game-play de Devil May Cry 2 precisaria seguir. Ao criar cenários muito abertos, o jogo peca gravemente ao permitir a possibilidade de acabar com os inimigos apenas mantendo uma boa distancia (esmagando o botão que dispara a arma de fogo), e é ai que entra um outro ponto importante. Intencionalmente ou não, o jogo ficou fácil demais (não duvido que isso tenha sido proposital, para o game atingir mais pessoas e se tornar mais acessível, tanto para os jogadores quanto para os bolsos da Capcom). E mesmo que algumas coisas tenham sido ajustadas para o bem (como a localização dos botões) e a precisão continuar boa, não tem muita graça fingir estar fazendo combos incríveis em inimigos que parecem apenas esperar por eles. Ainda vale falar que não existem mais as carismáticas Alastor e Ifrit, agora substituídas por uma variedade grande de armas que não fazem muita diferença para o jogador. Até mesmo Ebory e Ivory foram substituídas pelas “simpáticas” handguns. Existe alguns pontos positivos nessa grande salada de frutas mas o problema é que a diferença entre usar uma ou outra arma (ou especial, como as transformações de super velocidade ou vôo) acaba não se tornando essencial em quase nenhum momento do game, o que é lamentável.Também é preciso comentar que a adição de uma nova (e desnecessária) personagem jogável até quebra o galho e torna e experiência mais longa.

Contando com uma das histórias mais pobres que eu já tive a infelicidade de assistir em um jogo de videogame, Devil May Cry 2 ainda sofre com a imaturidade na forma de colocar seus personagens dentro do game. Dante já não conta com seu charme divertido e seu sarcasmo inteligente habitual do primeiro game. Agora ele está sério, chato, e suas tiradas nunca funcionam (esperem até ouvir frases sofríveis como shut up, just die). Lucia também não acrescenta nada útil à história, e apesar de ser divertido ter um feeling diferente, tive uma sensação incomoda da “anjo-humana” (ao lado do “homem-demonio”, que idéia genial...) estar lá apenas para servir como divulgação do game de inúmeras formas. 2 personagens jogáveis... 2 dvds... 2 histórias... e por ai vai.


Por ultimo, gostaria apenas de deixar meu lamento sobre a falta de carinho para a produção de um jogo conceituado que ganhou tantos fãs em tão pouco tempo. Chega a ser risível enfrentar inimigos como “tanques-demonios” ou “helicópteros-demonios”, mas é constrangedor ver que Dante perdeu toda sua personalidade. Pelo menos agora até o demônio tem motivos de sobra para chorar. E nós também.

(As notas serão de 1 a 5 estrelas)


Fernando Rodrigues

23 de ago de 2007

Eventos para quem se interessa em desenvolver jogos

Como esse blog ainda não se decidiu bem sobre os assuntos dentro da área de games que irá procurar tratar mais. Hoje, resolvi falar um pouco sobre quem quer entrar na àrea de desenvolvimento de jogos. Ao redor do mundo são milhares as feiras e eventos de games e para quem quer ser desenvolvedor de games.


Nessa semana mesmo, durante os dias 24 a 26 de agosto, em Seattle, será realizado o Penny Arcade, que é considerado como um evento de desenvolvedores profissionai, com clima de descontração e o Game Convention 2007 que está acontecendo até domingo (26/08) em Leipzig, Alemanha. Quem puder ficar ligado nas novidades, vale muito a pena. O evento é aberto também para o público tem como destaque o fato de novas tecnologias serem mostradas pelos desenvolvedores. Pelo que eu vi pela divulgação das imagens e alguns textos, o evento vai focar em novas jogabilidades, como o Wii-Mote (controle com sensor de movimento do Wii) e outros acessórios como o tapete do Dance Dance Revolution, a guitarra do Guitar Hero, a camêra do Ps2, Eye Toy e entre outros.

Logo depois no mês seguinte, em Setembro, realiza-se talvez a mais importante feira de games do mundo que é a Tokyo Game Show, que vai acontecer esse ano em Chiba City, em Tokyo. O evento é organizado pela Computer Entertainment Supplier´s Association e a Nikkei Bussiness Publication e reúne talvez todo, ou a maior parte do mercado de games mundial. Ainda em setembro, acontece a Austin Game Developers Conference, que vai acontecer de 5 a 7 de setembro, com a temática voltada de escritores para games e áudio. O evento é voltado para games online, mas é aberto tanto para desenvolvedores como para estudantes e famílias


Depois só ano que vem…

Agora se você perder essas três feiras, pode esperar ano que vem e curtir a Game Developers Conference, que em 2008 vai acontecer em fevereiro (diferentemente dos anos anteriores que acontecia em março) em São Francisco. O evento realiza um prêmio chamado Game Developers Choice Awards e o Independent Games Festival

Para encerrar, quem quiser conferir a versão chinesa da Tokyo Game Show pode visitar o China Joy, que aconteceu esse ano de 12 a 15 de julho em Shanghai. O evento é aberto a todos, mas que tem como foco atrair desenvolvedores do próprio pais para mostrarem seus projetos. Por último, fica o toque no D.I.C.E. Summit, que acontece desde 2003 em Las Vegas. O evento foi criado pela Academy of Interactive Arts & Science e tem por objetivo mostrar cada parte do processo de desenvolvimento de um game. Esse parece ser bem interessante, afinal.

Bom, quem quiser ler mais, pode ver o Game Carrer Guide Fall 2007. A informação foi via blog CS Games.

22 de ago de 2007

Charge: A batalha dos deuses


Porque ainda não existe força no céu, na terra ou no Olimpo que consiga abrir um vidro de picles sem se borrar...
Daniel Rodrigues

21 de ago de 2007

Alemanha realiza evento de games e o Brasil?


Nessa semana, durante os dias 23 a 26 de agosto, a Alemanha vai realizar o evento Games Convention 2007, considerado por alguns como o maior evento de games na Europa e quem pensa que o Brasil está fora está enganado, já que as empresas desenvolvedoras como Overplay, Hoplon (Taikodom), Ludens Artis e a Tec Toy Mobile já confirmarão presença juntas com a Abragames.

Quem quiser conhecer mais as empresas, fica feito o convite com os links acima e quanto a Abragames - Associação Brasileira de Desenvolvedoras de Jogos - Ela talvez seja a instituição mais importante para o mercado de jogos eletrônicos no Brasil que ainda engatinha e entre várias funções que desenvolve. Ela funciona como um balcão de negócios para o segmento do mercado.

A notícia foi via GameReporter.

20 de ago de 2007

A maior batalha de todos os tempos!

Desde a explosão dos jogos de luta na era 16 bits, com os fantásticos Street Fighter, Mortal Kombat e Fatal Fury, vêm se questionando sobre os games 2D do gênero. A febre dos jogos 3D colocou essas franquias em um patamar sempre abaixo da evolução, quando jogos como Tekken, Virtual Fighter, Soul Calibur e Dead or Alive se mostraram mais interessante à medidade que os hardwares ficaram mais poderosos. Os Fightings 2D ainda respiram, é verdade. Graças a algumas tentativas da própria Capcom (algumas com sucesso, outras não), da Sammy (com seu divertido Guilty Gear) e até da (infelizmente obsoleta) Playmore, com alguns novos King of Fighters, que nada acrescentam à série criada em 94, ainda me pergunto se haverá uma revolução dentro do estilo, algo que Street Fighter II havia criado.

É incrível eu estar dizendo tudo isso, já que fui presentado com esse, que é um dos melhores vídeos que já ví. Nele, uma luta fantástica entre Akuma e Cameleon, Street Fighter Vs Mortal Kombat, em uma batalha absolutamente convincente, tão verossímil que não consigo pensar que uma empresa não possa aproveitar as idéias criadas para uma (juro, não estou exagerando) revolução dos jogos de lutas 2D.

Enjoy ;)

Parte 1


Parte 2


No inicio pode aparantar um tanto inverossímil jogar um game assim. Rápido demais, com muitos elementos. Seria simplesmente difícil demais. Mas vale lembrar que não aprendemos (pelo menos não eu ;P ) a soltar Hadoukens, Shoryuken e fazer alguns combos em Street Fighter II da noite para o dia. E se torna cada vez mais lamentável essa opção de, na tentativa de "balancear" as lutas de amadores contra experts, fazem-se games cujo a fórmula pode ser aprendida em 2 horas de jogatina. Ora, se o que torna as experiência de um jogo de luta tão emocionantes é justamente a evolução dos jogadores, por que o medo em reinventar a fórmula de 15 anos atrás, com uma nova eficiente? Na minha opinião, é o único modo de retornar o gênero em grande estilo.

Já haviam sido lançadas outras versões, que podem ser conferidas nestes links:
http://www.youtube.com/watch?v=AHHGoSDUy5w
http://www.youtube.com/watch?v=2TXPFgRsVUE&mode=related&search=
Fernando Rodrigues

19 de ago de 2007

Será o fim da pirataria?

O Brasil tem potência para ser o maior mercado de jogos eletrônicos da América Latina. No entanto, por haver altos impostos e pirataria, o que acarreta na ausência de empresas multinacionais dos games, o Brasil ainda engatinha nesta questão. Mais de 90% dos consoles de games vendidos no país são oriundos de contrabando.

A fim de resolver este problema, o deputado Carlito Merss (PT-SC) criou o projeto de Lei 300/07 que estende os benefícios da Lei da Informática (8248/91) ao setor de jogos eletrônicos, ou seja, facilita na redução das tarifas tributárias e, quem sabe, as famosas empresas não venham ter representantes aqui no Brasil.



No México, os jogadores fizeram diversos movimentos para criar uma lei que acabasse com qualquer imposto sobre os games. “O mercado mexicano cresce a taxas superiores a 30% ao ano após a adoção de mecanismo de desoneração tributária”, explicou o deputado que confirma o crescimento do país. Com isso, o México se tornou uma das mais importantes potências de games do mundo, com jogos em espanhol, língua falada no país. Imaginem-se jogando Metal Gear Solid em português. Não seria muito mais fácil entender o enredo?



Com esse Projeto de Lei, parece que finalmente o Brasil pode se transformar em uam grande potência dos games, até maior que a do México. "O desenvolvimento de jogos ainda é incipiente, em razão da elevada carga tributária incidente sobre tais equipamentos e, sobretudo, da exclusão desse segmento dos incentivos fiscais estabelecidos pela Lei de Informática", ressaltou o deputado.




De acordo com o portal da Câmara de Deputados, "o projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania”.



Welcome to the Caribbean!! Now bring me that horizon! I'm Bruna Torres, Savy!

Hehehe!

Um beijo,

Bruna Torres.

18 de ago de 2007

Eis a era dos genéricos

Quem não se lembra do Dynavision, também em sua versão Dynavision Xtreme.




Ou então do TurboGrafx-16, também conhecido como PC Engine, que não era genérico, mas apesar de 16 no nome, era 8 bits, igual ao Dynavision.


Em meio à atual guerra de consoles de última geração, diversos novos aparelhos surgiram. O famoso Polystation, que na verdade, não usava CD, e sim havia um grande buraco para se colocar o cartucho. Pelo menos, entre os acessórios do console, tinha uma arma. Algo que poderia deixar o game mais emocionante.


Mais tarde surgiu o PlayerStation 2 Slim, que também era de cartucho.





Com toda essa disputa, surgem no México dois novos consoles. O PowerStation 2 e o X-Game 360. Isso mesmo, genéricos do Playstation 2 e do X-Box 360. O PowerStation 2 é vendido a MXN$ 249,00 e o X-Game 360, por MXN$ 299,00. MXN é o código para peso mexicano. Se fosse comprado aqui, o genérico da Sony custaria R$ 46,80 e o da Microsoft R$ 56,40. Só para se ter uma idéia, R$ 1,00 equivale a MXN$ 5,32. Se convertêssemos MXN$ 5,32 para o real, seria R$ 56,40. Ou seja, R$ 56,40 em um X-Game 360 e R$ 46,80 em um PowerStation 2.

Portanto gamers hardcores de todo o Brasil, fiquem atentos, pois nossos pais costumam não entender muito de games, e podem chegar com um desses para os filhos que tanto amam. Nossos pais acharão que ao comprar os consoles genéricos, estarão na posse dos grandes videogames da Sony ou Microsoft, quando na verdade, estarão com um Nintendo 8 bits nas mãos.


Grande beijo,

Bruna Torres.