12 de set. de 2008

Acabou

Bem pessoas, é com grande tristeza, depois de meses e meses, que digo que o Geração Bit acabou mesmo!

Mas não pense que não estamos na ativa. Cada um tomou um rumo diferente, e a grande maioria continua com blogs.

Arthur Protasio está com o Vagrant Bard, com contos, ensaios e muito mais.

Eu, Bruna Torres, estou no Girls of War, juntamente com mais duas gamers girls, Carla Rodrigues e Clarice dos Santos.

Daniel Rodrigues está se formando em publicidade e marketing.

Evandro de Freitas segue com o Malandro é o Gato.

Fabrício Kolk está se formando na área de tecnologia.

Nandim Rodrigues seguiu carreira como músico.

Tenório está com o Indigente Virtual.

Vinícius Longo seguiu carreira como comediante.

Bem, espero que tenham gostado do tempo que o GB era ativo. Mas não deixem de visitar nossos blogs e colocá-los nos favoritos.

Valeu pessoas.

27 de mai. de 2008

Dê um rolé com o Volante X360

A maioria dos gamers compram seus consoles e ficam só nisso, mesmo querendo um ou outro acessório, é nos controles que se arranjam. Jogos como Guitar Hero, Rock Band e o saudoso Beat Mania da Konami vêm com o acessório que em muitos casos são indispensáveis para a jogatina (já tentou jogar Guitar Hero no expert com o controle?). E os acessórios que não são indispensáveis? Manche de avião, volante, pistola e as diversas opções que temos no Wii, licenciadas ou não.

Com a aquisição de um sonho de consumo, venho aqui dar meu depoimento e um review do volante oficial do Xbox 360.



O volante tem dimensões agradáveis e é facilmente manuseável, mesmo após horas de uso contínuo os braços continuam confortáveis, outro pró do volante é o revestimento, que não fica escorregadio de suor, muito menos encardido. As borboletas são extremamente bem colocadas e com um tamanho na medida para não perdermos as trocas de marcha, além disso, a sensibilidade das borboletas é mais um destaque deste volante, não é preciso chegar até o final do curso da borboleta para que se troque de marcha, tornando as trocas de marchas mais ágeis. Os pedais ficam em uma distância boa, mas acredito que pessoas que tem um "pé de pato", tenham dificuldade com eles, pequena, mas talvez tenha. A pressão a se exercer nos pedais não cansa os pés, apesar de cansar as pernas ficar com os pés "de prontidão" esperando as freadas, pois os pedais são altos e a posição do pé fica desagradável rapidamente.

Foi testado em 3 jogos diferentes: Colin McRae Dirt, PGR 4 e Forza Motorsport 2.

Comecemos por Dirt: Comecei uma corrida com o volante todo para a esquerda para ver se o volante iria voltar sozinho para a posição central ou começar a corrida virado para o local apontado. Resultado, meu pára-brisa foi para o saco, aprendi também que a aceleração é cavalar neste jogo. Não só isso, o force feedback não age de forma tão atuante, mas o rumble remete à você que está numa corrida de Rally de verdade, tudo isso ajudado com a visão do Cockpit onde o volante virtual acompanha quase à perfeição o físico. Em altas velocidades o volante fica sensível e mais "leve", deixando a simulação ainda mais convincente e ainda mais difícil de se guiar o carro, as vibrações começam a afetar a jogabilidade e a emoção de se estar numa corrida de verdade estrapolam. O jogo requer uma adaptação mais lenta que se fosse no controle normal, apanhei demais.

Project Gotham Racing 4: Um jogo arcade para testar o quanto este volante é versátil (ou não). Com um carro bem equilibrado, o volante se comporta muito bem, preciso, apesar da vibração ser uma coisa quase inexistente. O controle do carro não exige tanto aprendizado quanto os outros jogos, justamente por ser um jogo no estilo árcade.
Dois detalhes importantes neste jogo, é que o force feedback nem se nota que ele existe quando usado um carro até de médio porte, só com carros de que tem cavalarias bestiais é que se faz uso deste recurso e como dito anteriormente, a vibração deixa a desejar neste jogo, com um subaru impreza, passando pelas zebras em alta velocidade não sente-se quase nada, mas uma coisa estranha é a troca de marchas, cada vez que se faz a troca, o volante treme como se o carro estivesse "morrendo", estranho isso! Conclusão: para sentir o volante, pegue um carro com potência de avião, se não...

Forza Motorsport 2: Agora sim estamos em território conhecido. Mas... Tudo se fez novo, acostumado (e muito) com a jogabilidade no controle, um novo jogo se apresentou a mim. Tive de reaprender a dirigir, o que me custou mais de 200km de experimentos, satisfatórios aliás. Aqui o force feedback brilha, não só ele, a função Rumble de tão bem inserida, nem é percebida pelo jogador. As trocas de marchas são feitas agora de forma intuitiva, finalmente não sentimos mais o desconforto de apertar os botões "X" e "B" para as trocas de marcha. Confesso que apanhei muito na primeira hora com o brinquedinho, mas a evolução é gradativa e recompensadora. Curvas não são mais um obstáculo, sim uma gratificante desculpa para se exibir, ainda mais se você conseguir fazê-la. Para Forza 2, não há mais a possibilidade de voltar para o controle normal, simplesmente perfeito.

Se você gosta de futebol, compre uma bola, mas se gosta de automobilismo, este volante será sua realização.



Tenório

8 de mai. de 2008

Mario Paint



Me lembro até hoje quando papis chegou em casa com uma caixa dizendo que era um "jogo novo". Quando abri e vo que se tratava de um jogo do Mario quase chorei de alegria tal qual os jogadores do Flamengo na eliminação da libertadores 2008. Ok, no caso deles não foi de alegria. Mas quem se importa?

Mas dar aquela assoprada e colocar o cartucho no Snes eis minha surpresa. Cadê as fases com canos? Cadê o pulinho maroto na cabeça dos gombas? NADA. Na-din-ha daquele "jogo" era o que eu esperava de um Mario.

Uma olhada mais profunda na caixa e um Mouse, que não era o Mikey, acompanhava o conjunto. EU, como um bom pobre, não tinha computador. E Mario paint alegrou minha vidinha nerd por dias e dias seguindo a premissa que alguns jogos do Wii seguem. Jogar sem compromisso. O Treco não tinha final. Não tinha fases. E mesmo assim era viciante pra caramba!



O meu não era japa, e nem era tão sujo. Mas quem se importa?

Anos mais tarde aquela caixinha iria me render um Donkey Kong2 e um Megamam X originals (coisa rara no mercado). O que me tornaria o amigo mais legal da turma.

Mas quem se importa com tudo isso?

O importante é que uma galera ta usando o saudoso Mario Paint. Pra criar músicas famosas. Como podem ver nessa notícia do Folha Online:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u398586.shtml

Além das citadas na matéria também achei muito fodas foram Bohemian Rhapsody e Iron Man.

30 de abr. de 2008

Tecnologia e Games – Uma visão sobre o Fisl

Olá para todos, como vão? Bom, primeiramente gostaria de registrar a minha alegria por estar fazendo uma segunda contribuição jornalística para Esse blog, com o Assunto dos Games sob o ponto de Vista tecnológico. Site do evento: (http://fisl.softwarelivre.org/9.0/www/ ) .


Olpc, alternativa para a escola do século 21


Bom, entre os dias 17 e 19 de abril, aconteceu em Porto Alegre, na Pucrs, o Fisl, “Fórum internacional de Software livre”, contando com mais de 7 mil participantes. Como não podia deixar de ser, muitas beldades atraíram a atenção de todos nos Estandes, Muitas novidades interessantes, Palestras Instigantes, a filosofia do Software Livre, com sua visão a lá Karl Marx no Mundo dos Softwares e alguns espaços gratuitos para jogar Xbox, Nintendo Wii e outros.

Para os leigos, acredito ser importante primeiro falar um pouco sobre a Filosofia do Software livre e tentar desmistificar um pouco alguns conceitos, tão erroneamente transmitidos, no Brasil e no Mundo todo. Atualmente, no mundo dos Softwares, todos nós podemos contar com duas opções, o chamado “Software proprietário” e o chamado “Software Livre”, que faz parte do movimento “Open Source”. Software proprietário, parte da premissa que o Software, isto é, o programa, é um Produto que é vendido para seus clientes, todos nós, no caso. A filosofia do Software proprietário, tendo como sua maior representante a Microsoft de Bill Gates, vista pela comunidade do movimento Open Source como “o lado negro da força”, fazendo alusão ao Darth Vaider, do Filme Guerra nas Estrelas, de George Lucas, consiste em uma produção em massa dos programas e pacotes dos Softwares e distribuição entre toda a comunidade. Esse produto, é então, fechado, isto é, os usuários, programadores e clientes, não tem acesso ao Código Fonte de programação do mesmo, e com isso, qualquer alteração ou objetivos acadêmicos de estudo dos mesmo, fica impossível, a menos que sejam utilizadas técnicas de Engenharia Reversa.

Pyweek, jogo do mago argentino em 7 dias


Curiosidades: Oficina de reciclagem


A filosofia do Linux, e seu principal argumento para o seu Sistema operacional, consiste que o Conhecimento da programação deve ser encarado como um Bem da humanidade, e prender o mesmo para grandes corporações e Empresas impede o progresso da humanidade, por estar se tratando de ocultamento do progresso científico. Os Softwares do movimento Open Source, incluindo o Sistemas Operacional Linux, que Hoje já conta com mais de 60 milhões de usuários (existe aproximadamente 1 bilhão de computadores no mundo, então, imaginem o poder na Microsoft) , são todos abertos para todos os que tiverem acesso a ele, e estão todos regulamentados por uma série de licenças, aonde a mais famosa é a Gpl, que é totalmente gratuita, como o Software de animação Blender esta registrado. Esses programas podem ser lidos, alterados, estudados por todos da comunidade, sejam programadores profissionais ou amadores, pois, diferente do Mito presente com relação ao Movimento, existem negócios e é possível ganhar dinheiro com Software livre. O trabalho é colaborativo, e o modelo de negócios do Software livre consiste em encarar o Programa como um Serviço, e não como um produto. Os serviços são dos mais variados, porém podem ser serviços como pedir para um programador adequar um Software as suas necessidades Pessoais, o Serviço do treinamento da utilização do Software, entre outros.

Mais computadores


Minha opinião pessoal é que um país com o Povo Pobre como o Brasil, não me entendam mau, o Brasil é um País Rico, pois trata-se da 13ª Economia do Mundo, é um País Rico, com o Povo Pobre, por conta de também encabeçar os mais altos patamares de desigualdade de Renda do mundo, mas um país como o Brasil, aonde a gigantesca maioria de sua população não tem condições de pagar 2 mil reais em Pacotes de Programa com Sistema operacional para os Seus Pc´s, fora os Plug-ins e demais atualizações, o Software livre é uma boa alternativa, para Governos, Escolas, e demais instituições. Outro projeto interessante é o “OLPC”, que consiste na idéia de haver, mundialmente, 1 computador por criança, forte aliada na educação em países em desenvolvimento, em espacial os latinos, por conta do foco do evento. Atualmente, a qualidade técnica dos programas Open Source estão em nível de competir com as do Software proprietário e exemplos desse movimento podem ser vistos em Hollywood, que usou Blender para renderizações e demais pontos na produção do seu Longa “Homem aranha 2”. Estou falando Muito do Blender, pois, para a Nossa área de Interesse, isto é, os Games, o Blender é um forte candidato, pois trata-se de um programa de modelagem 3d, concorrente com o 3d Studio Max da Autodesk, e é um programa que já vem com uma Engine de Games embutida no próprio. Palestras de Desenvolvimento em Phython, Lua, e ferramentas gratuitas como Blender e Gimp, empoderaram os mais esperançosos de ter oportunidades de desenvolver jogos com verbas curtas. Em uma das palestras mais concorridas do Evento, “Desenvolvimento de Games, com ferramentas livres”, Robson de Souza, da Elaborata Digital, pioneiro no Brasil por usar esta ferramenta no Ensino de Games, (curso http://www.elaborata.com.br/html2/ informações gerais.), em Curitiba, mostrou para a qualidade técnica do Blender nos dias de hoje. Outra palestra igualmente interessante foi sobre o concurso “Pyweek”, aonde um Grupo de Argentinos apresentou um Game, de acordo com as normas da competição, Desenvolvido em 7 dias.


Xbox, Playstation e Nintendo Wii para todos


No encerramento, John Maddog Hall, Diretor Executivo da Linux Internacional, deu uma maravilhosa e carismática palestra, com sua personalidade ímpar, aonde sua inteligência e bom senso de humor prevalecem. Após sua palestra, os 3 reais restantes dos 63 reais da inscrição para o evento foram doadas para um Grupo de agricultores comprar seu Engenho e se libertar das amarras das atuais patentes em cima de sementes, com o movimento, sementes livres, com um total de aproximadamente 20 mil reais arrecadados.

Tecnologia


Podemos ter certeza e esperança que ferramentas mais baratas e acessíveis a todos, cada vez mais, estarão com qualidade técnica competitivos aos padrões do mercado, e por conta disso, teremos mais acesso ao desenvolvimento de Games.

Para ficar mais divertido, a cada post, irei colocar um Link com uma música que eu esteja escutando ou goste, para explorar mais os recursos do Blog e tornar os posts mais agradáveis:

- Madonna ft. Justin Timberlake 4 Minutes


Fabrício Kolk Carvalho
Estudante de Engenharia de Automação e Sistemas de informação

29 de abr. de 2008

Sem Dúvida...Animação

29 de Abril: lançamento oficial do GTA IV
Em resposta ao meu último post, faço esse aqui. É difícil afirmar agora a minha suspeição...a menos que a Rockstar e a Take-Two tenham realizado um dos maiores subornos na história do videogame. "Por quê" você pergunta?

10/10 pela IGN
10/10 pela Game Informer
10/10 Eurogamer
10/10 pela Gamesradar
A+ pela 1UP
Até mesmo uma menção pelo New York Times
Restando a Gamespot...aqui vai sua resposta:



Pois, é...mais um dez. Ou isso virou "modinha" ou o jogo realmente é sensacional. Em qualquer caso, já me decidi: farei uma análise.

27 de abr. de 2008

Da Suspeição à Animação

A IGN lançou no dia 25 de Abril a tão esperada review do famoso Grand Theft Auto IV. Apesar do jogo somente sair no dia 29 (terça que vem), a IGN volta e meia traz análises antes do lançamento. Não há nada de errado com isso, mas diante da nota a minha tendência é ficar animado e suspeito.
Grand Theft Auto IV: DEZ!

Eu imagino os locutores de resultado das escolas de samba em época de carnaval anunciando a nota dada pela IGN. Embora no início eu estivesse receoso, obviamente assisti à "video review" no site. Infelizmente a mesma me pareceu mais um vídeo promocional do jogo, chegando ao ponto do Hillary falar que o jogo custa $60 USD, mas vale $300. É difícil não levantarmos a sombrancelha nessas horas e falar "Quanto que você recebeu para falar isso?". Ainda assim, decidi ler a análise escrita e isso ajudou bastante. A versão escrita entra em detalhes do jogo e inclusive comenta defeitos. Por fim, escutei o Podcast da IGN no qual Hillary, quem fez a review do GTA4, e mais três outros discutem o jogo e debatem vários aspectos do mesmo, desde a narrativa até o modo multiplayer.

Agora siga os links para a análise escrita e o podcast para que você passe pela mesma experiência que eu. Vale lembrar que é tudo em inglês.
Depois de tudo isso, minha suspeição diminuiu bastante e boa parte foi transformada em animação. Não há mais nada que eu possa fazer...a não ser esperar até ter o jogo em minhas mãos.
Quem sabe até faço uma review...

22 de abr. de 2008

Kokoro Scan

O meu plano era fazer um post comentando a (patética) situação da proibição do Bully aqui no Brasil. Aliás, ainda vou o fazer, mas no meio do caminho fui interceptado por algo mais assustador (e divertido).

Ninguém pode me acusar de pura aleatoriedade porque Kokoro Scan é de fato um jogo em desenvolvimento. Em teoria você falará no microfone do DS e o jogo medirá, pela sua voz, seu nível de estresse. Acontece que não é exatamente isso que o trailer do jogo explica. Aliás, quando o vídeo terminar você vai se perguntar...isso explica alguma coisa?




Em qualquer caso, o vídeo é excelente e um dia eu vou fazer uma versão "karaokê" disso estilo "Daileon".

14 de abr. de 2008

Stephen King critica proibição de jogos

O escritor Stephen King, criticou os planos de estados dos EUA de proibir os jogos violentos e classificou o projeto de lei como antidemocrático. Para o autor de histórias de terror, cabe aos pais controlar o entretenimento dos filhos. Ele afirmou que não é fã de videogames, mas disse que fica furioso quando políticos decidem assumir o papel de pais substitutos, o que, na opinião do autor, "é sempre desastroso".



Stephen King acredita que os jogos mostram apenas a violência que já existe na sociedade, e agurmenta que já existe uma classificação etária para os títulos e que não adianta proibir, pois os jovens sempre arranjam formas de os obter.

Para o escritor, as leis norte-americanas em relação à posse de armas contribuem mais que os videogames para o comportamento violento. Ele dá como exemplo o autor da Virginia Tech, Cho Seung-Hui, anunciado como fã do Counter Strike, que matou vários estudantes do colégio onde estudava. "Se só tivesse uma arma de plástico do jogo, não tinha sequer conseguido matar-se", defende Stephen King.

9 de abr. de 2008

FEAR - 1º Stage - Fala do Protagonista

Alguém muito gênio resolveu "dublar" o primeiro stage do FEAR!

Eis o resultado:



Fácil, fácil o melhor vídeo que já vi no yoube relacionado a games e humor! Quem curtir pode entrar no youtube comentar e pedir a segunda parte!

Espero que esse maluco termine o jogo inteiro ou eu vou ficar boladão!

Postado por Evandro de Freitas

31 de mar. de 2008

A Febre das Franquias

Eu não vou nem entrar na questão da transmidiação. Já temos suficientes exemplos de livros que se tornaram em jogos ou jogos que se tornaram em desenhos e filmes ou qualquer um dos resultados que você conseguir achar nessa análise combinatória.

Ainda assim, há uma febre quanto à disseminação de franquias e por isso hoje o assunto é Guitar Hero...no DS:





A franquia Guitar Hero só não dominou o mundo ainda porque existe Rock Band...e tudo na vida possui lados positivos e negativos.

Contras: Mais um Guitar Hero? Que nem se parece com uma guitarra de verdade? Claramente uma tentativa de lucrar se baseando no sucesso da série.

...por outro lado...

Prós: O jogo pode não ser uma cópia total porque mesmo com o estranho periférico acoplado se usa uma espécie de palheta no "touch screen". Além disso, pode ser uma abertura para outros jogos de ritmo/musicais no DS, afinal Patapon (PSP) deixa qualquer um com inveja. Na pior das hipóteses...agora você pode jogar Guitar Hero literalmente em qualquer lugar (exceto debaixo d'água).
Resta esperar...

26 de mar. de 2008

Final Fantasy: Cristal Chronicles RoF, uma palavrinha à respeito do game

Olá pessoal. Peço antes de tudo que desculpem a ausência de posts ultimamente aqui no GB. Todos os envolvidos com o blog estão passando por alguns problemas, mas já estamos dando um rumo novo ao blog, e em breve vocês verão atualizações diárias. Além disso, as charges estarão de volta muito em breve (no máximo em duas semanas).

Agora, quero dar uma palavrinha sobre o jogo que está mais fazendo sucesso atualmente entre os donos de DS: Final Fantasy CC.

Primeiramente já vou adiantar: adorei o jogo. É incrível como a SquareEnix consegue extrair o máximo do console em seus jogos. Existem pessoas que não acreditam que o DS possa fazer muita coisa em 3D, mas FF:CC é a prova de que é possível sim, mesmo que sofra algumas deficiências (alguns slowdowns acontecem quando há muitos inimigos na tela, e as dublagens apesar de estarem excepcionais, poderiam ser mais frequentes, coisa que não acontece devido à pouca capacidade de armazenamento do cartucho). Curioso que a SE é tão competente, que ainda que seus jogos sempre consigam se sair maravilhosamente tecnicamente, o que mais chama atenção é o primor de seus enredos, sistemas de batalha, enfim, elementos essenciais para qualquer bom RPG.

Mas até o mais completo dos jogos tem seus deslizes, e eu não sei como a SE deixou esse passar. É algo sutil, que parece não ter incomodado muitos jogadores, tanto que não foi citado na maioria dos reviews dos sites e revistas mais importantes. Acontece que quando se está jogando de 1 player, no modo Story, a IA (inteligência artificial) dos aliados é absurdamente porca, e embora exista meios de manter o grupo unido, é uma pena que os outros 3 personagens sejam um peso morto nas batalhas, principalmente em momentos críticos como os Bosses. No início não aparenta ser algo muito comprometedor, mas é uma falha que desiquilibra o sistema de jogo de forma devastadora. O jogador com o tempo, descobre que não é muito compensador equipar os personagens que ele não joga. Isso desbalanceia as batalhas, o sistema de compras, enfim, deixa o jogo falho e tendencioso. O único jeito de sanar o problema parece ser o multiplayer, que controlando apenas um personagem, dá aos jogadores o balanço, a disponibilização de boas customizações e a diversão que esse grande jogo pode ofercer.


Nandim Rodrigues

20 de mar. de 2008

Campus Party Brasil 2008

O Campus Party Brasil, evento de tecnologia internacional, com tradição na Espanha, teve sua primeira Edição, entre os dias 11 a 17 de fevereiro, em São Paulo, na Bienal no Parque Ibirapuera. Tecnologia, nerds, games, muitos computadores e palestrantes inconfundíveis marcaram a semana de São Paulo, com o resultado muito positivo para a maioria dos Campuseios. Eu, pessoalmente, que começo a escrever aqui pela primeira vez no blog, por ser estudante de Engenharia de Automação e de Sistemas de Informação, vim com ótimas impressões e com uma medalha de segundo lugar em Robótica Livre. Antes mesmo de tentar fazer um Marketing Pessoal, gostaria de dar um relato, vivo e pessoal sobre o que muitos campuseiros sentiram nesses dias de confraternização. Internet com 5Gb de transferência de arquivos, milhares de computadores e principalmente uma cultura que marcaram o evento sem índices de violência, roubo e, é bem verdade, casais.


O curioso era que, devido à lei de proteção contra poluição visual, os próprios paulistas só ficaram sabendo do evento durante a realização do mesmo, ao ser noticiado na mídia local. Os games se fizeram presentes com competições, concursos e diversas palestras focadas em desenvolvimento, nas áreas de programação em Xna e C*, engines como a Ogre, conceitos físicos e de programação assim como game Design e Workshops de

Técnicas de otimização dos Micros. Os games foram representados por títulos como GunBound, Unreal Tournament 3, World in Conflict, TimeShift, Call of duty 4, Day of Defeat, Quake 3, Need for Speed Pro Street, Medal of Honor Airbone, Quake 4, Team Fortress 2, Cabal Online, Unreal Tournament 2004, Warcraft 3: The Frozen Throne, e claro, durante a madrugada, o estimado Counter Strike. Diversas Mni lans foram instaladas e no meio de tudo, acontecimentos políticos deram vez, como uma manifestação pró-liberação do Counter Strike, que até então, está com a proibição de sua venda e comercialização em virtude de seu conteúdo violento.

Para todos os interessados nas oficinas realizadas, na área de desenvolvimento de Jogos, o conteúdo das palestras já esta disponível no site oficial do evento, gratuitamente, seguem abaixo os links:


  • Desenvolvimento e programação em C++

Download Parte 1

Download Parte 2

  • Técnicas de desenvolvimento de jogos:

Download

  • Modelagem 3D para jogos:

Download

  • Flash - programação para jogos:

Download

  • Web 2.0 e Ájax:

Download Parte 1

Download Parte 2

Download Parte 3

  • Lua – aplicações e jogos:

Link

  • Ruby on rails

Download Parte 1

Download Parte 2


Link Geral do Evento


Espero que todos possam, assim, ter mais interesse e estudo nas ferramentas que nos permitem ingressar nesse maravilhoso mundo, que são os games!

Boa sorte!


Fabrício Kolk Carvalho
Estudante de Engenharia de Automação e Sistemas de informação.

16 de mar. de 2008

A Trilha Sonora do Crime

Depois de vários adiamentos, temos uma data: 29 de abril de 2008. Essa é a suposta data do lançamento de GTA IV.

A trilha sonora do GTA sempre foi um fator positivo, na minha opinião. Mesmo não sendo necessariamente do meu gosto pessoal, era notável a qualidade da produção presente nas rádios de música e bate-papo. Por pior que a música fosse, ela dava vida e animação à rotina do crime.

Agora a Rockstar mostra um breve preview de duas rádios do jogo: Vladivostok e IF99, rádios de música do oriente europeu e "black-music", respectivamente. Confira:



Conforme o lançamento for se aproximando, mais rádios serão divulgadas. Espero que a trilha sonora do crime seja boa, mas na pior das hipóteses eu uso o meu 360 para tocar as músicas do GTA1 e Vice City; que por sinal são excelentes.

Arthur Protasio

5 de mar. de 2008

Jogos de luta voltando com tudo!

Por bastante tempo, pensei que os jogos de luta 2D estavam extintos. Vez ou outra surgia um novo King of Fighters, mas desde o 99 não fico muito empolgado com um game da série. Guilty Gears acabou vingando, embora não seja a melhor coisa que os fanáticos por jogos de luta já viram, ocupou o carente espaço com dignidade. De resto, só jogabilidade 3D mesmo. Então se você não aguenta mais a onde de FPS ou MMORPG, o jeito é jogar Tekken, certo? Errado!

Parece que os clássicos estão voltando com tudo. Lembram da Capcom competindo com a SNK?

Street Fighter IV



The King of Fighters XII



Preparem as fichas! :)

Nandim Rodrigues

3 de mar. de 2008

Battlefield: Heroes

Depois de fazer sucesso nas várias modalidades de um campo de batalha, abordando desde a segunda guerra mundial em 1942 até os tempos atuais com guerras no oriente médio e o futuro gélido de 2142, a DICE decidiu criar mais um spinoff:


Alguns pontos interessantes:
Os desenvolvedores se deram conta de como pode ser importante ser oficialmente de graça e assim não correr o risco de ser usurpado por torrents.
O estilo de arte visual implementado lembra muito o Team Fortress 2 da Valve, inclusive no próprio site há um jpg brincando com isso.
Você não ficará frustrado por perder para "viciados" (como diz o trailer). Entendo perfeitamente como é chato perder para um garoto de 15 anos que joga 8h por dia. Nada contra, era uma prazerosa época, mas eu não tenho mais 15 anos e não tenho tempo pra jogar 8h por dia (infelizmente).
Engraçado é que, além do próprio humor do trailer, eu quero fazer profissionalmente o que os próprios desenvolvedores deixam de fazer para a noite jogar...
Por último, depois de todos esses pontos positivos, se você é fã da música tema do Battlefield como eu, percebeu que essa ficou fraca. Assista esse vídeo com trilha sonora editada para reviver bons momentos...

Agora só resta esperar o lançamento...

Arthur Protasio

26 de fev. de 2008

Wii no Oscar 2008

O divertido Jon Stewart apareceu jogando o Nintendo Wii na cerimônia do Oscar. Acho que todos gamers foram agradavelmente surpreendidos com isso.

Confira o vídeo:



Nandim Rodrigues

23 de fev. de 2008

Gelo Gamer

Quer mostrar que é gamer até na hora de tomar sua bebida favorita? Que tal conhecer o Tetris Ice ?



Evandro de Freitas

21 de fev. de 2008

Momento Musical On

Salve, salve galerinha gamer!!

Venho por meio deste anunciar que teremos uma novidade no blog de games mais transado (ahm?..) que vocês já conheceram. Sim, a partir de agora temos trilha sonora. Pois é, inutil porém divertido, esse é meu lema. Musiquinhas que marcaram história dos games e que muito provavelmente fizeram parte da sua.

Quem aqui, que se diz gamer, nunca viajou nas fantásticas trilhas de Final Fantasy, por Nobuo Uematso, ou nunca se pegou cantarolando alguma musiquinha do Mario enquanto estava no banho, deixando seus pais ligeiramente preocupados (Não?..bom...eu...eu também não...magina..caham). Composições maestrosas, jingles contagiantes ou simplesmente a música daquela fase em que você não conseguia passar e acabou permitindo que você decorasse a "melodia".

Música é cultura, e nos games isso não é diferente, e como cultura é a nossa praia (ou não) liguem o Juke Box, aumentem o volume e cantem com a gente.



A rádio do blog está registrada no site Lastfm. Para ouvir as músicas basta clicar em "play" no quadrinho logo ao lado, em "stop" se desejar parar (duh) e em "next" para avançar (duh duh).



La la la lalalalá...enfim...divirtam-se (ou não)!!

Dann Rodrigues Away!!

18 de fev. de 2008

Censura em Adaptação?

Em recente notícia a famigerada ESRB, conselho que determina a censura dos jogos lançados no mercado internacional divulgou que classificou em 2007 um total de 1563 jogos, ou seja, a maior quantidade até hoje em um período de 365 dias. A interessante revelação por parte dessa estatística é que foi constatado um declínio na quantidade de jogos que receberam a censura "Mature" (sem mencionar a quase inexistente "Adults Only"). 12% em 2005, 8% em 2006 e 6% em 2007. O número total de jogos aumenta, mas a porcentagem de jogos "Mature" diminuiu. Notaram algo de estranho?




A reação imediata é pensar: Isso significa que os jogos estão perdendo o seu conteúdo "adulto"? A quantidade de jogos infantis lançados é cada vez maior. Ao mesmo tempo, jogos como Manhunt 2, que no caso alega ser idêntico ao filme Jogos Mortais, receberam a censura "AO" (enquanto o filme recebeu "R", que equivale a "M" dos videogames). Meses depois, o inofensivo RPG Mass Effect é duramente criticado em rede televisiva por uma série de ignorantes, que não tem contato com videogames, por causa de uma cena de sexo.









Curioso como o videogame é tão criticado. Será por ser uma mídia mais recente que as outras? Seria isso um processo de adaptação? Ao mesmo tempo, me pergunto, será que o conselho que decide a censura dos jogos aos poucos não é influenciado? Aos poucos a noção de o que antes era "AO", hoje em dia pode ser só "Mature"? Talvez o critério de padrão esteja se modificando e a gente não percebe. Especialmente quando pessoas totalmente isoladas do mundo dos games tentam criticá-lo.




Deve ser tudo uma gradual adaptação...

11 de fev. de 2008

Mexe, mexe mexe com as mãos....

Gente, lembram-se dessa frase? Ela continua assim:

Mexe, mexe mexe com as mãos,
Pequeninas

Mexe,mexe,mexe com os pés,

Pequeninas

Mexe,mexe,mexe a cabeça

Dança comigo, remexe bem

Pequeninas

Mexe, mexe,mexe com as mãos,

Pequeninas

Mexe,mexe,mexe com os pés,

Mexe,mexe,mexe a cabeça

Dança comigo, remexe bem!

É isso mesmo, CHIQUITITAS! E por que estou falando disso? Porque de acordo com a IGN, será um novo jogo para WII!



Na matéria da IGN diz que Tiny Angels (nome do jogo em inglês) terá a tecnologia Gamebryo, da Emergent, que foi empregada em títulos como Elder Scrolls IV: Oblivion (Xbox 360).

O jogo será de ação com platarfomas com alguns elementos de puzzles.

A data de lançamento ainda não foi divulgada! Ufa! Rs!

Imaginem só se depois anunciam para WII, Xbox 360, PS3, DS, PSP outros jogos como Carrosel, Luz Clarita, Lalola, Rebeldes, Carinha de Anjo, A Usurpadora, e aquelas marias do bairro, mercedes e sei lá mais o que!

Acho que ainda prefiro Incidente em Varginha!

Beijos!

9 de fev. de 2008

Revenant Wings, Final Fantasy e suas continuações...

Já se fora o tempo em que o tradicionalismo da antiga Square a impedia de mecher nos próprios jogos. E a partir do momento que a Square-Enix foi criada, começaram os primeiros sinais de continuações exóticas de alguns Final Fantasys, que para o bem ou para o mal, conseguiram aprovação do público. Seja para imortalizar ou banalizar, esses games chegaram pra ficar, e depois de títulos polêmicos como Final Fantasy X-2 (esse em especial causou a fúria de muitos) e o filme Advent Children, surge para DS a continuação do décimo segundo episódio.

Depois de terminar o game, concluo: RW é, de uma forma diferente, um jogo interessante. Mas é preciso reconhecer que necessitou de coragem por parte da SE em introduzir o gênero RTS à franquia. Para quem não sabe, é um estilo de jogo peculiar, cujo o objetivo é, através de uma espécia de point and click, destruir os inimigos com pensamento estratégico antes de tudo, só que em tempo real (exigindo agilidade por parte do jogador).

Abandonando a história do primeiro jogo, RW aposta em investir no desenvolvimento do personagens, mas deixando a trama do original apenas para quem jogou, e partindo para um enredo diferenciado, envolvendo ilhas e raças voadoras (compreensivel já que boa parte dos possuidores do DS provavelmente não tiveram a oportunidade de jogar o game do PS2), e o resultado é um game divertido, agradável e viciante.

É então que digo, como já deveria ter dito tantas outras vezes, e como deverei dizer muito ainda: ponto para o DS!!!

Nandim Rodrigues

7 de fev. de 2008

O poder do XBox 360

Há pouco tempo atrás escrevi aqui no blog sobre O poder do Wii. Hoje tenho a sorte de escrever sobre o Xbox 360!



Reações ao ligar o videogame:
- Caraca, que gráfico foda!
- Orra, o controle é bom mano, encaixa na mão direitinho! (ui santa)
- PQP, que barulho é esse? Será que é normal?
- Eita, isso tá esquentando muito, dá pra fritar um ovo aqui fácil hein!

Temperaturas próximas ao Sol à parte o 360 tem os mais belos gráficos que eu já vi até hoje. Gears of War, BioShock e Halo 3 fizeram até mesmo eu, que nunca gostei de FPS, me interessar pelo gênero. Me surpreendi positivamente com o controle também, sempre achei meio "estranho" olhando pelas fotos, mas na hora da jogatina ela é perfeito.

A Live é um capitulo a parte. Incrível como tudo funciona perfeitamente, você pode atrelar sua conta do Hotmail à Gamertag e até teclar pelo MSN no meio de um jogo com qualquer um da sua lista. Fora que o headset que acompanha o controle também é perfeito.

Enfim, como um amigo meu indicou, cole um adesivo do Santo Expedito no video game e seja feliz até as 3RL ou o Banimento na live te pegar!

PS. Uma lenda antiga diz que modelos novos (Falcon) do 360 não dão 3RL. Deus queria que tal lenda seja real.

5 de fev. de 2008

O Fim de Winning Eleven

Como quase toda manchete de reportagem essa aqui também vai ser sensacionalista.
Agora que você, fã da "melhor e maior série" de jogos de futebol, já tomou um susto, vou explicar: Não, Winning Eleven não acabou, é apenas o nome que mudou.
A Konami tomou a decisão de mudar o nome da sua franquia futebolesca, nos EUA, para oficialmente Pro Evolution Soccer. Esse já era o nome do jogo na Europa, mas o jogo deste ano será entitulado Pro Evolution Soccer 2008.
Sem dúvida, uma revelação que irá impactar a vida de nós gamers (especialmente eu que nunca fiz questão de comprar um jogo de futebol para os meus consoles).
Apesar do conhecimento inútil, a curiosidade surge através da especulação. Será que a Konami tomou essa decisão de mudar para evitar que o jogo deste ano fosse receber o título Winning Eleven 11? Até que ponto o nome afetaria a marca do jogo? Até que ponto a união Winning Eleven: Pro Evolution Soccer causaria problemas?


A marca de um jogo é extremamente importante. Crie qualquer coisa com mais de duas palavras e o nome do seu jogo certamente será abreviado. Battlefield 2142 é uma exceção à regra, mas eu prefiro falar Max Payne trinta vezes a falar Battlefield 2142 cinco. Desde o clássico Counter-Strike, vulgo CS, até o RPG dos Jedis: Knights of the Old Republic, melhor conhecido como KOTOR. World in Conflict? WIC. Battlefield 2? BF2. Splinter Cell: Chaos Theory? Splinter Cell CT ou até mesmo SC:CT. God of War? GOW. Gears of War? GOW também. Ops.

Quanto não relativo à extensão do nome, deve se levar em conta a temática também. Assim como trailers, nomes de jogos são capazes de te influenciar e fazer esperar por outra coisa. Que palavras são usadas e que imagem elas criam na sua mente? Apesar de ter um significado profundo, nunca entendi como a Konami esperava que o público associasse, ao ouvir "Os 11 que vencem" (tradução do nome), com um jogo de futebol. Talvez ficasse melhor como nome de um romance.
Por isso existe o estudo do "branding", ou seja, a criação de uma marca. Provavelmente pelo mesmo motivo, apesar de muito engraçado, a Konami optou por não chamar seu jogo de Winning Eleven². Uma pena...eu queria ter visto isso.
Edit: Se ainda assim, você quer ver as gafes cometidas por sequências e traduções no mundo dos games e filmes, confira esse vídeo do Angry Videogame Nerd.


Matéria Original: IGN

Made In China

Depois do Polystation, PlayerStation 2 Slim, PowerStation 2, o X-Game 360, entre outros consoles genéricos, surge um novo console que agrega características do X-Box 360 e dos PlayStation 2 e 3, ou qualquer outro que ainda não consegui identificar, resultando no PX-3600.


O console foi feito pela empresa Cheer-Tech Industries, de Hong Kong. O produto pode ser nas cores preto e cinza. Se você quer fazer aquela festinha de aniversário, convidar os amigos, mas está sem grana, eis a solução de todos os problemas. O problema é que você terá que se contentar com os joguinhos estilo Nintendinho 8 bits.


Os controles que acompanham o console, assim como vi em alguns comentários por aí sobre o console, se parecem com o Bat-Boomerang. E um deles ainda vibra!!! O.o

Se alguém se interessou pelo videogame versão Boomerang do Batman, pode dar uma olhadinha no site oficial e ver os itens que acompanham o PX-3600.

1 de fev. de 2008

Passeata contra a proibição do CS

Se você não tem nada mais interessante pra fazer no feriado de carnaval pode comparecer no dia 02/Fev, próximo sábado as 11 da manhã no vão MASP localizado na Avenida Paulista em São Paulo.



Se trata de um protesto contra a proibição da venda e o recolhimento de
Counter-Strike e EverQuest.

Fonte: Liberdade Gamer

Edit (03/02) - É, parece que de "passeata" isso ai não teve nada: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u369233.shtml

30 Pessoas? Vocês tão de sacanagem né?

28 de jan. de 2008

Uma Revolução Conservadora?

Antes de ser crucificado publicamente quero deixar claro que o intuito desse comentário é propor uma análise crítica e não causar uma guerra de fãs de carteirinha entre consoles.

Recentemente vi um trailer do Smash Brothers Brawl para o Wii. Há um bom tempo o jogo vem sendo anunciado, em meio a alguns atrasos, na plataforma revolucionária “next-gen” da Nintendo. A questão curiosa é o controle e a jogabilidade. O Wii vem desbancando tanto o PS3 como o 360 nas vendas de maneira incrível (o que até resultou em uma irritante crise de falta de estoque) porque possui controles intuitivos e finalmente abriu o mundo dos games para o público “casual”. Wii Sports, sendo pioneiro dessa linha de jogos, apresenta controles simples e inteligentes associados aos movimentos do corpo.




O trailer do Smash Brothers Brawl revela apenas uma das quatro formas de controle possíveis para ser usada durante o jogo, mas na prática não há tanta diferença. Você pode usar o Wiimote na posição horizontal, o Wiimote com o Nunchuk, o controle do GameCube ou o controle “clássico” do Wii. Nuâncias a parte, cadê a revolução? Eu entendo o enorme desafio que é implementar a mecânica de movimento do Wiimote em um jogo de luta, mas a revolução perde um pouco do sentido quando o controle remete ao do Super Nintendo.

As opções de controle para o Smash Brothers Brawl são democráticas, mas sem dúvida tudo isso fortalece a noção de que o bom e velho joystick de um jogador “hardcore” não perdeu a força. Pelo visto até mesmo a Nintendo reconhece as vantagens de um controle mais conservador.

Novela Nintendo

Já chega de numerologia. Numa geração tão rica e variada que estamos vivenciando, não dá pra julgar qualidade por vendas mesmo! É o que afirmam praticamente todos os não-nintendistas (juro que vou usar esse termo idiota o menor número de vezes possível), quando é questionada a qualidade dos jogos do Wii. Vendendo bem ele está, e isso não se dicute, mas a dúvida que assola todos os possuidores do console é: por que a line up dele está tão fraca? Será que as thirdies simplesmente não conseguem engolir a idéia de que é possível fazer um jogo caprichado para o console, aproveitando as possibilidades com o remoto, e criando gráficos bem trabalhados? Depois que Mario Galaxy foi lançado, ninguem pode dizer que o Wii não roda games bonitos.
Recentemente a Nintendo declarou que está concentrando mais times de desenvolvimento de jogos no Wii, e tirando uma quantia considerável do DS. É uma atitude a princípio questionável, mas eu acredito que é exatamente o que precisa ser feito. O portátil além de vender monstruosamente, tem um gigantesco apoio das third-parties, que produzem jogos de qualidade. Já o Wii anda em terrenos mais difíceis. Resta por hora, esperar pra ver quais os próximos grandes títulos serão anunciados. E fica a esperança: será que, com essa atitude da Nintendo, ficará mais fácil ver um novo Mario, um Zelda ou um Metroid no console?

23 de jan. de 2008

TechFront confirma jogos para Wii e DS

César Barbado, sócio e produtor da empresa TechFront, confirmou oficialmente com exclusividade ao Wii Brasil que está trabalhando em jogos para Wii e DS.

A filial de Curitiba da TechFront, empresa que tem sede em Florianópolis, já possui os kits de desenvolvimento das plataformas em mãos.

Os jogos e mais detalhes dos mesmos não foram divulgados, sendo necessário o contato com a filial de Curitiba para maiores detalhes - o que faremos o mais rápido possível.

A TechFront é uma empresa que faz jogos para computadores. Você pode conferir o site da empresa clicando aqui (note o logo do Wii e DS).

Fonte: Wii Brasil

Bruna Torres

21 de jan. de 2008

Final Fantasy é anunciado para Celulares


É aguardar novas informações...

18 de jan. de 2008

16 de jan. de 2008

Smash Brothers: Brawl fatura 40/40 na famitsu!

É isso mesmo! O jogo mais esperado do ano para o Wii já conseguiu nota máxima na Famitsu, revista mais respeitada do Japão.


É meus caros, esse vai ser um longo ano ;P

15 de jan. de 2008

Cory Barlog fala...

O diretor do honorável God of War 2 postou recentemente um texto em seu blog pessoal (http://corybarlog.blogspot.com/) que chamou atenção por algumas informações interessantes, como sua enorme vontade de trabalhar com o Wii, e também sobre um possível estonteante custo de produção para o jogo que nunca é lançado: Metal Gear Solid 4. Tratei de traduzir parte do texto:

"SIM! Mesmo que eu estive pouco impressionado com meu Wii, da mesma forma que com muitos dos jogos que eu joguei, eu adoraria fazer um game para esse console. Eu acho que há muito a ser feito nele. Além do mais... é UM BILHÃO de vezes mais barato fazer um jogo para o Wii do que um para o 360 ou PS3... o que é bom. Fazer um jogo de 40 ou 50 milhões de dólares é bacana, eu amo fazer grandes games, não me levem a mal, mas você tem taaantos mestres a mais com as mãos cheias na área criativa quando esse tipo de dinheiro está sendo usado. Espero que, quando a industria de games estiver mais confortável com esses orçamentos, as coisas ficarão melhores. Eu digo, nós estávamos apenas acostumando com 20-30 milhões quando a nova geração veio e agora temos games custando o dobro. Eu houvi que Metal Gear Solid 4 custou 70 milhões. O que na verdade soa lúdico para mim, mas não se estiver sendo considerado MGS4 e MGS: Online... e as toneladas de cenas cinemáticas e o longo tempo de desenvolvimento... pode chegar a isso.
Mas o que eu sei?"

14 de jan. de 2008

Encontrada ossada Pac histórica!



A ossada acima lhe lembra alguém? Ou alguma coisa? Pois é, o paleontologista francês François Escuillié, na falta de algo melhor para fazer, resolveu usar partes de alguns animais predadores e seres humanos para criar uma réplica do que ele diz ser o crânio do saudoso "Come-come"

Para mim parece mais o Chomp da série Mario:



Aliás, conhecem o Mario?

Mensagem nada subliminar em Assassin's Creed

Ok, não se tem nada de subliminar no vídeo abaixo. Mas tome cuidado quando tiver jogando Assassin's Creed. Hoje é um murinho, amanhã pode ser você!

12 de jan. de 2008

WeGame

Um dia desses estava eu jogando Gears of Wars e quis filmar para colocar o vídeo no Orkut e no YouTube. Mas adivinhem o que aconteceu? O vídeo ficou grande demais e a qualidade péssima. Sei que não sou a única a tentar isso, mas este grande problema foi finalmente resolvido de uma maneira simples, fácil e rápida.

Um grupo de game-maníacos criou um site, o WeGame, com a mesma estrutura do YouTube: o sistema de busca, cadastramento de usuários, enfim, é como uma comunidade do Orkut, que reúne todos os gamers em um só lugar.

Além disso, o site disponibiliza um software gratuito para captar as cenas desejadas durante o game, o que aumenta a qualidade dos vídeos, comparado com as do YouTube. O site WeGame foi aberto ao público no final de 2007.

Me emocionei ao ver esse vídeo.

Relembrei os tempos em que eu jogava Game & Watch.

Aproveitem!

Beijos,

Bruna Torres.

11 de jan. de 2008

6 situações bizarras em jogos online

1. Lengend of Mir 3 - Jogador matou o outro a Facadas


Em 2005, Qiu Chengwei, um residente de Shangai de 41 anos matou a facadas seu companheiro de jogo Zhu Caoyuan. O motivo? Zhu vendeu o "Sabre do Dragão", uma arma que eles ganharam juntos em uma campanha.

O pior de tudo, é que Qiu ainda foi na polícia dar queixa da venda, mas a polícia disse que objetos virtuais não são protegidos por lei. Daí ele foi lá e resolveu tudo sozinho.

Por acaso, Qiu Chengwei recebeu a pena de morte.

2. Gangue Brasileira que sequestrou jogador do Gunbound

No início de 2007, 4 homens entre 19 e 28 anos bolaram um plano para roubar a senha do melhor jogador de Gunbound (jogo multiplayer), por acaso um outro brasileiro. O objetivo era vender a conta pela internet pela bagatela de 8 mil dólares!

Primeiro, armaram para a namorada dele. Não sei direito o que aconteceu, mas aparentemente ela marcou por Orkut para se encontrar com o jogador em um shopping, mas ao invés dela, estava Igor, que fazia parte da quadrilha, armado! Eles levaram o garoto para um canto, e o mais incrível é que depois de 5 horas de pressão ele não cedeu a senha por nada.

Então a gangue libertou o garoto que foi pra polícia deu queixa e prendeu todo os quatro.

3. Menina morre jogando World of Worcraft

Em 2005, uma chinesa (lá vem os orientais de novo), morreu de exaustão, após jogar o MMORPG Word of Warcraft por três dias seguidos.

Ela estava, pasmem, se preparando para matar o Black Dragon Prince. O curioso é que os seus companheiros de jogo fizeram um funeral dentro do jogo.

4. Adolescente é preso por roubar mobília virtual no Habbo Hotel

Em Novembro de 2007 um garoto de 17 anos roubou o equivalente a 6 mil dólares em mobília virtual na "comunidade online" Habbo Hotel. O Habbo é um mundo virtual onde podem ser criadas casas e cenários, porém a mobília precisa ser comprada com dinheiro real.

O Zé Goiaba criou um site falso que enganava os usuários qe inseriam as senhas. Ele então as roubava e transferia toda a mobília dos trouxas pra sua conta. A polícia (de verdade) foi chamada e o garoto preso.

5. Polícia Belga patrulha o Second Life, depois de um caso de estupro virtual

Os detalhes do caso não foram revelados, mas dois jornais belgas noticiaram, também no início de 2007, que a polícia Belga iria patrulhar o jogo para investigar estupros virtuais.

(ok? quem é mais idiota aqui? um cara que programa seu personagem para estuprar, ou alguém que dá queixa, porque seu personagem teve a rosca queimada?)

Pode parecer absurdo (e de fato é), mas isso provocou uma onde de discussões na web de sexólogos afirmando que um estupro virtual pode ser uma experiência traumática para gamers. (é só desligar o computador seus idiotas!!!)

6. A praga do World of Warcraft

Em 2005 a Blizzard lançou uma nova área dentro do jogo online World of Warcraft. A "Boss Area" ou Área do chefe permitia ao "chefe" de lançar uma magia chamada "corrupted Blood" que supostamente infectava outros e causava dano em todos os jogadores por perto.

Ao contrário do que foi planjeado, os jogadores nunca se curavam e quando retornavam às suas cidades, contaminavam quase toda a população. A praga se espalhou por todos os servidores e milhares de personagens "morreram".

A Blizzard criou uma zona de quarentena dentro do jogo e mais adiante a cura para a infecção.

via Daily Bits

8 de jan. de 2008

Análise: Resident Evil: Umbrella Chronicles

A série Resident Evil sempre se destacou diante dos concorrentes, não por ser realmente original ou por possuir uma fórmula fantástica, mas pelo carísma de seu universo, capaz de causar um feeling único nos jogadores, além de contar uma boa trama com personagens cativantes e bem construídos, o que cria a atmosfera correta para uma história de terror. Se Resident Evil 1 havia sido reconhecido como um Survival Horror, o segundo e o terceiro game acabaram pendendo um pouco para o gênero ação (algo que foi definitivamente concretizado no quarto episódio, o que desagradou boa parte dos fãs). Antes de mais nada, é preciso ressaltar (caso você não tenha lido nada a respeito do game) que se trata de um jogo em primeira pessoa, bem no estilo de games como House of the Dead ou Time Crisis.
Vou começar dizendo que UC cai num conceito que eu havia formulado há muito tempo: é um jogo que deve ser jogado em multiplayer. Talvez esta seja a característica mais importante do game, que é o modo cooperativo para dois jogadores, um fator multiplicador de diversão. Jogar sozinho não deixa de ser interessante, mas nada se compara a encher os zumbis de balas ao lado de um amigo. E considerando que a parte técnica não é algo digno de louvor (apesar de não fazer feio), é no fun factor que reside a maior força de Umbrella Chronicles.

Como o nome diz, UC conta crônicas de diversos games da série, que é um cenário (dividido em 3 fases) para cada uma. Logicamente, não há nada realmente novo em se tratando de história, embora alguns detalhes importantes sobre a Umbrella são revelados. Mas é muito divertido jogar novamente (e rever alguns momentos da trama) com outra perspectiva. Infelizmente, foram selecionadas algumas poucas crônicas, e o resultado é um game absurdamente curto e até inacabado, o que deixa um gostinho de quero mais para os fãs (por que não incluir um cenário referente a cada jogo da série?). Além disso, achei o modo Hard um tanto fácil, o que tira um pouco a graça para aqueles que querem se tornar hardcores (a única coisa que se pode fazer é tentar um ranking mais alto).

No geral, Umbrella Chronicles é um jogo interessante. Tão interessante que seu maior defeito é ser curto demais. Sinceramente, não exitaria em adquirir uma continuação caça-niqueis com algumas crônicas diferenciadas, apenas para aproveitar essa fórmula tão bacana. O feeling de Resident Evil está presente, o que por si só, já é um grande atrativo. É uma pena no entanto, que a Capcom não se mostrou realmente ambiciosa em nos apresentar um game mais bem acabado. Se o fizesse, é bem possível que Resident Evil: Umbrella Chronicles seria um dos jogos mais divertidos da série.

Nota:
3/5
Fernando Rodrigues

Vem ai o Livro dos Recordes dos Games!

O pessoal do Guinness está para lançar uma versão do seu famoso livro, mas com uma temática diferente, recordes dos Games:



AQUI você tem uma prévia do que está sendo feito! O livro estará a vende a partir do dia 8 de fevereiro.

Se sair a versão em português é compra certa! =D

2 de jan. de 2008

Jack Thompson finalmente assina um GTA

o título acima bem que poderia ser uma manchete de uma revista sensacionalista. Mas é verdade. Está rolando um leilão no Ebay de uma cópia do Grand Theft Auto III autografada por ninguém menos que Jack Thompson.



Como assim não sabe quem é? O cara é o inimigo número um de 11 em cada 10 gamers lá fora, a vida do cidadão se resume em processar e procurar polêmicas contra qualquer game que julgue violento.

O Preço não é lá nenhuma pechincha mas o dinheiro será direcionado a Child's Play, organização que melhora a vida de crianças com brinquedos e games em alguns hospitais do mundo todo.

Vi no Game Life.