12 de set de 2008

Acabou

Bem pessoas, é com grande tristeza, depois de meses e meses, que digo que o Geração Bit acabou mesmo!

Mas não pense que não estamos na ativa. Cada um tomou um rumo diferente, e a grande maioria continua com blogs.

Arthur Protasio está com o Vagrant Bard, com contos, ensaios e muito mais.

Eu, Bruna Torres, estou no Girls of War, juntamente com mais duas gamers girls, Carla Rodrigues e Clarice dos Santos.

Daniel Rodrigues está se formando em publicidade e marketing.

Evandro de Freitas segue com o Malandro é o Gato.

Fabrício Kolk está se formando na área de tecnologia.

Nandim Rodrigues seguiu carreira como músico.

Tenório está com o Indigente Virtual.

Vinícius Longo seguiu carreira como comediante.

Bem, espero que tenham gostado do tempo que o GB era ativo. Mas não deixem de visitar nossos blogs e colocá-los nos favoritos.

Valeu pessoas.

27 de mai de 2008

Dê um rolé com o Volante X360

A maioria dos gamers compram seus consoles e ficam só nisso, mesmo querendo um ou outro acessório, é nos controles que se arranjam. Jogos como Guitar Hero, Rock Band e o saudoso Beat Mania da Konami vêm com o acessório que em muitos casos são indispensáveis para a jogatina (já tentou jogar Guitar Hero no expert com o controle?). E os acessórios que não são indispensáveis? Manche de avião, volante, pistola e as diversas opções que temos no Wii, licenciadas ou não.

Com a aquisição de um sonho de consumo, venho aqui dar meu depoimento e um review do volante oficial do Xbox 360.



O volante tem dimensões agradáveis e é facilmente manuseável, mesmo após horas de uso contínuo os braços continuam confortáveis, outro pró do volante é o revestimento, que não fica escorregadio de suor, muito menos encardido. As borboletas são extremamente bem colocadas e com um tamanho na medida para não perdermos as trocas de marcha, além disso, a sensibilidade das borboletas é mais um destaque deste volante, não é preciso chegar até o final do curso da borboleta para que se troque de marcha, tornando as trocas de marchas mais ágeis. Os pedais ficam em uma distância boa, mas acredito que pessoas que tem um "pé de pato", tenham dificuldade com eles, pequena, mas talvez tenha. A pressão a se exercer nos pedais não cansa os pés, apesar de cansar as pernas ficar com os pés "de prontidão" esperando as freadas, pois os pedais são altos e a posição do pé fica desagradável rapidamente.

Foi testado em 3 jogos diferentes: Colin McRae Dirt, PGR 4 e Forza Motorsport 2.

Comecemos por Dirt: Comecei uma corrida com o volante todo para a esquerda para ver se o volante iria voltar sozinho para a posição central ou começar a corrida virado para o local apontado. Resultado, meu pára-brisa foi para o saco, aprendi também que a aceleração é cavalar neste jogo. Não só isso, o force feedback não age de forma tão atuante, mas o rumble remete à você que está numa corrida de Rally de verdade, tudo isso ajudado com a visão do Cockpit onde o volante virtual acompanha quase à perfeição o físico. Em altas velocidades o volante fica sensível e mais "leve", deixando a simulação ainda mais convincente e ainda mais difícil de se guiar o carro, as vibrações começam a afetar a jogabilidade e a emoção de se estar numa corrida de verdade estrapolam. O jogo requer uma adaptação mais lenta que se fosse no controle normal, apanhei demais.

Project Gotham Racing 4: Um jogo arcade para testar o quanto este volante é versátil (ou não). Com um carro bem equilibrado, o volante se comporta muito bem, preciso, apesar da vibração ser uma coisa quase inexistente. O controle do carro não exige tanto aprendizado quanto os outros jogos, justamente por ser um jogo no estilo árcade.
Dois detalhes importantes neste jogo, é que o force feedback nem se nota que ele existe quando usado um carro até de médio porte, só com carros de que tem cavalarias bestiais é que se faz uso deste recurso e como dito anteriormente, a vibração deixa a desejar neste jogo, com um subaru impreza, passando pelas zebras em alta velocidade não sente-se quase nada, mas uma coisa estranha é a troca de marchas, cada vez que se faz a troca, o volante treme como se o carro estivesse "morrendo", estranho isso! Conclusão: para sentir o volante, pegue um carro com potência de avião, se não...

Forza Motorsport 2: Agora sim estamos em território conhecido. Mas... Tudo se fez novo, acostumado (e muito) com a jogabilidade no controle, um novo jogo se apresentou a mim. Tive de reaprender a dirigir, o que me custou mais de 200km de experimentos, satisfatórios aliás. Aqui o force feedback brilha, não só ele, a função Rumble de tão bem inserida, nem é percebida pelo jogador. As trocas de marchas são feitas agora de forma intuitiva, finalmente não sentimos mais o desconforto de apertar os botões "X" e "B" para as trocas de marcha. Confesso que apanhei muito na primeira hora com o brinquedinho, mas a evolução é gradativa e recompensadora. Curvas não são mais um obstáculo, sim uma gratificante desculpa para se exibir, ainda mais se você conseguir fazê-la. Para Forza 2, não há mais a possibilidade de voltar para o controle normal, simplesmente perfeito.

Se você gosta de futebol, compre uma bola, mas se gosta de automobilismo, este volante será sua realização.



Tenório

8 de mai de 2008

Mario Paint



Me lembro até hoje quando papis chegou em casa com uma caixa dizendo que era um "jogo novo". Quando abri e vo que se tratava de um jogo do Mario quase chorei de alegria tal qual os jogadores do Flamengo na eliminação da libertadores 2008. Ok, no caso deles não foi de alegria. Mas quem se importa?

Mas dar aquela assoprada e colocar o cartucho no Snes eis minha surpresa. Cadê as fases com canos? Cadê o pulinho maroto na cabeça dos gombas? NADA. Na-din-ha daquele "jogo" era o que eu esperava de um Mario.

Uma olhada mais profunda na caixa e um Mouse, que não era o Mikey, acompanhava o conjunto. EU, como um bom pobre, não tinha computador. E Mario paint alegrou minha vidinha nerd por dias e dias seguindo a premissa que alguns jogos do Wii seguem. Jogar sem compromisso. O Treco não tinha final. Não tinha fases. E mesmo assim era viciante pra caramba!



O meu não era japa, e nem era tão sujo. Mas quem se importa?

Anos mais tarde aquela caixinha iria me render um Donkey Kong2 e um Megamam X originals (coisa rara no mercado). O que me tornaria o amigo mais legal da turma.

Mas quem se importa com tudo isso?

O importante é que uma galera ta usando o saudoso Mario Paint. Pra criar músicas famosas. Como podem ver nessa notícia do Folha Online:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u398586.shtml

Além das citadas na matéria também achei muito fodas foram Bohemian Rhapsody e Iron Man.

30 de abr de 2008

Tecnologia e Games – Uma visão sobre o Fisl

Olá para todos, como vão? Bom, primeiramente gostaria de registrar a minha alegria por estar fazendo uma segunda contribuição jornalística para Esse blog, com o Assunto dos Games sob o ponto de Vista tecnológico. Site do evento: (http://fisl.softwarelivre.org/9.0/www/ ) .


Olpc, alternativa para a escola do século 21


Bom, entre os dias 17 e 19 de abril, aconteceu em Porto Alegre, na Pucrs, o Fisl, “Fórum internacional de Software livre”, contando com mais de 7 mil participantes. Como não podia deixar de ser, muitas beldades atraíram a atenção de todos nos Estandes, Muitas novidades interessantes, Palestras Instigantes, a filosofia do Software Livre, com sua visão a lá Karl Marx no Mundo dos Softwares e alguns espaços gratuitos para jogar Xbox, Nintendo Wii e outros.

Para os leigos, acredito ser importante primeiro falar um pouco sobre a Filosofia do Software livre e tentar desmistificar um pouco alguns conceitos, tão erroneamente transmitidos, no Brasil e no Mundo todo. Atualmente, no mundo dos Softwares, todos nós podemos contar com duas opções, o chamado “Software proprietário” e o chamado “Software Livre”, que faz parte do movimento “Open Source”. Software proprietário, parte da premissa que o Software, isto é, o programa, é um Produto que é vendido para seus clientes, todos nós, no caso. A filosofia do Software proprietário, tendo como sua maior representante a Microsoft de Bill Gates, vista pela comunidade do movimento Open Source como “o lado negro da força”, fazendo alusão ao Darth Vaider, do Filme Guerra nas Estrelas, de George Lucas, consiste em uma produção em massa dos programas e pacotes dos Softwares e distribuição entre toda a comunidade. Esse produto, é então, fechado, isto é, os usuários, programadores e clientes, não tem acesso ao Código Fonte de programação do mesmo, e com isso, qualquer alteração ou objetivos acadêmicos de estudo dos mesmo, fica impossível, a menos que sejam utilizadas técnicas de Engenharia Reversa.

Pyweek, jogo do mago argentino em 7 dias


Curiosidades: Oficina de reciclagem


A filosofia do Linux, e seu principal argumento para o seu Sistema operacional, consiste que o Conhecimento da programação deve ser encarado como um Bem da humanidade, e prender o mesmo para grandes corporações e Empresas impede o progresso da humanidade, por estar se tratando de ocultamento do progresso científico. Os Softwares do movimento Open Source, incluindo o Sistemas Operacional Linux, que Hoje já conta com mais de 60 milhões de usuários (existe aproximadamente 1 bilhão de computadores no mundo, então, imaginem o poder na Microsoft) , são todos abertos para todos os que tiverem acesso a ele, e estão todos regulamentados por uma série de licenças, aonde a mais famosa é a Gpl, que é totalmente gratuita, como o Software de animação Blender esta registrado. Esses programas podem ser lidos, alterados, estudados por todos da comunidade, sejam programadores profissionais ou amadores, pois, diferente do Mito presente com relação ao Movimento, existem negócios e é possível ganhar dinheiro com Software livre. O trabalho é colaborativo, e o modelo de negócios do Software livre consiste em encarar o Programa como um Serviço, e não como um produto. Os serviços são dos mais variados, porém podem ser serviços como pedir para um programador adequar um Software as suas necessidades Pessoais, o Serviço do treinamento da utilização do Software, entre outros.

Mais computadores


Minha opinião pessoal é que um país com o Povo Pobre como o Brasil, não me entendam mau, o Brasil é um País Rico, pois trata-se da 13ª Economia do Mundo, é um País Rico, com o Povo Pobre, por conta de também encabeçar os mais altos patamares de desigualdade de Renda do mundo, mas um país como o Brasil, aonde a gigantesca maioria de sua população não tem condições de pagar 2 mil reais em Pacotes de Programa com Sistema operacional para os Seus Pc´s, fora os Plug-ins e demais atualizações, o Software livre é uma boa alternativa, para Governos, Escolas, e demais instituições. Outro projeto interessante é o “OLPC”, que consiste na idéia de haver, mundialmente, 1 computador por criança, forte aliada na educação em países em desenvolvimento, em espacial os latinos, por conta do foco do evento. Atualmente, a qualidade técnica dos programas Open Source estão em nível de competir com as do Software proprietário e exemplos desse movimento podem ser vistos em Hollywood, que usou Blender para renderizações e demais pontos na produção do seu Longa “Homem aranha 2”. Estou falando Muito do Blender, pois, para a Nossa área de Interesse, isto é, os Games, o Blender é um forte candidato, pois trata-se de um programa de modelagem 3d, concorrente com o 3d Studio Max da Autodesk, e é um programa que já vem com uma Engine de Games embutida no próprio. Palestras de Desenvolvimento em Phython, Lua, e ferramentas gratuitas como Blender e Gimp, empoderaram os mais esperançosos de ter oportunidades de desenvolver jogos com verbas curtas. Em uma das palestras mais concorridas do Evento, “Desenvolvimento de Games, com ferramentas livres”, Robson de Souza, da Elaborata Digital, pioneiro no Brasil por usar esta ferramenta no Ensino de Games, (curso http://www.elaborata.com.br/html2/ informações gerais.), em Curitiba, mostrou para a qualidade técnica do Blender nos dias de hoje. Outra palestra igualmente interessante foi sobre o concurso “Pyweek”, aonde um Grupo de Argentinos apresentou um Game, de acordo com as normas da competição, Desenvolvido em 7 dias.


Xbox, Playstation e Nintendo Wii para todos


No encerramento, John Maddog Hall, Diretor Executivo da Linux Internacional, deu uma maravilhosa e carismática palestra, com sua personalidade ímpar, aonde sua inteligência e bom senso de humor prevalecem. Após sua palestra, os 3 reais restantes dos 63 reais da inscrição para o evento foram doadas para um Grupo de agricultores comprar seu Engenho e se libertar das amarras das atuais patentes em cima de sementes, com o movimento, sementes livres, com um total de aproximadamente 20 mil reais arrecadados.

Tecnologia


Podemos ter certeza e esperança que ferramentas mais baratas e acessíveis a todos, cada vez mais, estarão com qualidade técnica competitivos aos padrões do mercado, e por conta disso, teremos mais acesso ao desenvolvimento de Games.

Para ficar mais divertido, a cada post, irei colocar um Link com uma música que eu esteja escutando ou goste, para explorar mais os recursos do Blog e tornar os posts mais agradáveis:

- Madonna ft. Justin Timberlake 4 Minutes


Fabrício Kolk Carvalho
Estudante de Engenharia de Automação e Sistemas de informação

29 de abr de 2008

Sem Dúvida...Animação

29 de Abril: lançamento oficial do GTA IV
Em resposta ao meu último post, faço esse aqui. É difícil afirmar agora a minha suspeição...a menos que a Rockstar e a Take-Two tenham realizado um dos maiores subornos na história do videogame. "Por quê" você pergunta?

10/10 pela IGN
10/10 pela Game Informer
10/10 Eurogamer
10/10 pela Gamesradar
A+ pela 1UP
Até mesmo uma menção pelo New York Times
Restando a Gamespot...aqui vai sua resposta:



Pois, é...mais um dez. Ou isso virou "modinha" ou o jogo realmente é sensacional. Em qualquer caso, já me decidi: farei uma análise.

27 de abr de 2008

Da Suspeição à Animação

A IGN lançou no dia 25 de Abril a tão esperada review do famoso Grand Theft Auto IV. Apesar do jogo somente sair no dia 29 (terça que vem), a IGN volta e meia traz análises antes do lançamento. Não há nada de errado com isso, mas diante da nota a minha tendência é ficar animado e suspeito.
Grand Theft Auto IV: DEZ!

Eu imagino os locutores de resultado das escolas de samba em época de carnaval anunciando a nota dada pela IGN. Embora no início eu estivesse receoso, obviamente assisti à "video review" no site. Infelizmente a mesma me pareceu mais um vídeo promocional do jogo, chegando ao ponto do Hillary falar que o jogo custa $60 USD, mas vale $300. É difícil não levantarmos a sombrancelha nessas horas e falar "Quanto que você recebeu para falar isso?". Ainda assim, decidi ler a análise escrita e isso ajudou bastante. A versão escrita entra em detalhes do jogo e inclusive comenta defeitos. Por fim, escutei o Podcast da IGN no qual Hillary, quem fez a review do GTA4, e mais três outros discutem o jogo e debatem vários aspectos do mesmo, desde a narrativa até o modo multiplayer.

Agora siga os links para a análise escrita e o podcast para que você passe pela mesma experiência que eu. Vale lembrar que é tudo em inglês.
Depois de tudo isso, minha suspeição diminuiu bastante e boa parte foi transformada em animação. Não há mais nada que eu possa fazer...a não ser esperar até ter o jogo em minhas mãos.
Quem sabe até faço uma review...

22 de abr de 2008

Kokoro Scan

O meu plano era fazer um post comentando a (patética) situação da proibição do Bully aqui no Brasil. Aliás, ainda vou o fazer, mas no meio do caminho fui interceptado por algo mais assustador (e divertido).

Ninguém pode me acusar de pura aleatoriedade porque Kokoro Scan é de fato um jogo em desenvolvimento. Em teoria você falará no microfone do DS e o jogo medirá, pela sua voz, seu nível de estresse. Acontece que não é exatamente isso que o trailer do jogo explica. Aliás, quando o vídeo terminar você vai se perguntar...isso explica alguma coisa?




Em qualquer caso, o vídeo é excelente e um dia eu vou fazer uma versão "karaokê" disso estilo "Daileon".