27 de mai de 2008

Dê um rolé com o Volante X360

A maioria dos gamers compram seus consoles e ficam só nisso, mesmo querendo um ou outro acessório, é nos controles que se arranjam. Jogos como Guitar Hero, Rock Band e o saudoso Beat Mania da Konami vêm com o acessório que em muitos casos são indispensáveis para a jogatina (já tentou jogar Guitar Hero no expert com o controle?). E os acessórios que não são indispensáveis? Manche de avião, volante, pistola e as diversas opções que temos no Wii, licenciadas ou não.

Com a aquisição de um sonho de consumo, venho aqui dar meu depoimento e um review do volante oficial do Xbox 360.



O volante tem dimensões agradáveis e é facilmente manuseável, mesmo após horas de uso contínuo os braços continuam confortáveis, outro pró do volante é o revestimento, que não fica escorregadio de suor, muito menos encardido. As borboletas são extremamente bem colocadas e com um tamanho na medida para não perdermos as trocas de marcha, além disso, a sensibilidade das borboletas é mais um destaque deste volante, não é preciso chegar até o final do curso da borboleta para que se troque de marcha, tornando as trocas de marchas mais ágeis. Os pedais ficam em uma distância boa, mas acredito que pessoas que tem um "pé de pato", tenham dificuldade com eles, pequena, mas talvez tenha. A pressão a se exercer nos pedais não cansa os pés, apesar de cansar as pernas ficar com os pés "de prontidão" esperando as freadas, pois os pedais são altos e a posição do pé fica desagradável rapidamente.

Foi testado em 3 jogos diferentes: Colin McRae Dirt, PGR 4 e Forza Motorsport 2.

Comecemos por Dirt: Comecei uma corrida com o volante todo para a esquerda para ver se o volante iria voltar sozinho para a posição central ou começar a corrida virado para o local apontado. Resultado, meu pára-brisa foi para o saco, aprendi também que a aceleração é cavalar neste jogo. Não só isso, o force feedback não age de forma tão atuante, mas o rumble remete à você que está numa corrida de Rally de verdade, tudo isso ajudado com a visão do Cockpit onde o volante virtual acompanha quase à perfeição o físico. Em altas velocidades o volante fica sensível e mais "leve", deixando a simulação ainda mais convincente e ainda mais difícil de se guiar o carro, as vibrações começam a afetar a jogabilidade e a emoção de se estar numa corrida de verdade estrapolam. O jogo requer uma adaptação mais lenta que se fosse no controle normal, apanhei demais.

Project Gotham Racing 4: Um jogo arcade para testar o quanto este volante é versátil (ou não). Com um carro bem equilibrado, o volante se comporta muito bem, preciso, apesar da vibração ser uma coisa quase inexistente. O controle do carro não exige tanto aprendizado quanto os outros jogos, justamente por ser um jogo no estilo árcade.
Dois detalhes importantes neste jogo, é que o force feedback nem se nota que ele existe quando usado um carro até de médio porte, só com carros de que tem cavalarias bestiais é que se faz uso deste recurso e como dito anteriormente, a vibração deixa a desejar neste jogo, com um subaru impreza, passando pelas zebras em alta velocidade não sente-se quase nada, mas uma coisa estranha é a troca de marchas, cada vez que se faz a troca, o volante treme como se o carro estivesse "morrendo", estranho isso! Conclusão: para sentir o volante, pegue um carro com potência de avião, se não...

Forza Motorsport 2: Agora sim estamos em território conhecido. Mas... Tudo se fez novo, acostumado (e muito) com a jogabilidade no controle, um novo jogo se apresentou a mim. Tive de reaprender a dirigir, o que me custou mais de 200km de experimentos, satisfatórios aliás. Aqui o force feedback brilha, não só ele, a função Rumble de tão bem inserida, nem é percebida pelo jogador. As trocas de marchas são feitas agora de forma intuitiva, finalmente não sentimos mais o desconforto de apertar os botões "X" e "B" para as trocas de marcha. Confesso que apanhei muito na primeira hora com o brinquedinho, mas a evolução é gradativa e recompensadora. Curvas não são mais um obstáculo, sim uma gratificante desculpa para se exibir, ainda mais se você conseguir fazê-la. Para Forza 2, não há mais a possibilidade de voltar para o controle normal, simplesmente perfeito.

Se você gosta de futebol, compre uma bola, mas se gosta de automobilismo, este volante será sua realização.



Tenório

8 de mai de 2008

Mario Paint



Me lembro até hoje quando papis chegou em casa com uma caixa dizendo que era um "jogo novo". Quando abri e vo que se tratava de um jogo do Mario quase chorei de alegria tal qual os jogadores do Flamengo na eliminação da libertadores 2008. Ok, no caso deles não foi de alegria. Mas quem se importa?

Mas dar aquela assoprada e colocar o cartucho no Snes eis minha surpresa. Cadê as fases com canos? Cadê o pulinho maroto na cabeça dos gombas? NADA. Na-din-ha daquele "jogo" era o que eu esperava de um Mario.

Uma olhada mais profunda na caixa e um Mouse, que não era o Mikey, acompanhava o conjunto. EU, como um bom pobre, não tinha computador. E Mario paint alegrou minha vidinha nerd por dias e dias seguindo a premissa que alguns jogos do Wii seguem. Jogar sem compromisso. O Treco não tinha final. Não tinha fases. E mesmo assim era viciante pra caramba!



O meu não era japa, e nem era tão sujo. Mas quem se importa?

Anos mais tarde aquela caixinha iria me render um Donkey Kong2 e um Megamam X originals (coisa rara no mercado). O que me tornaria o amigo mais legal da turma.

Mas quem se importa com tudo isso?

O importante é que uma galera ta usando o saudoso Mario Paint. Pra criar músicas famosas. Como podem ver nessa notícia do Folha Online:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u398586.shtml

Além das citadas na matéria também achei muito fodas foram Bohemian Rhapsody e Iron Man.