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29 de abr. de 2008

Sem Dúvida...Animação

29 de Abril: lançamento oficial do GTA IV
Em resposta ao meu último post, faço esse aqui. É difícil afirmar agora a minha suspeição...a menos que a Rockstar e a Take-Two tenham realizado um dos maiores subornos na história do videogame. "Por quê" você pergunta?

10/10 pela IGN
10/10 pela Game Informer
10/10 Eurogamer
10/10 pela Gamesradar
A+ pela 1UP
Até mesmo uma menção pelo New York Times
Restando a Gamespot...aqui vai sua resposta:



Pois, é...mais um dez. Ou isso virou "modinha" ou o jogo realmente é sensacional. Em qualquer caso, já me decidi: farei uma análise.

27 de abr. de 2008

Da Suspeição à Animação

A IGN lançou no dia 25 de Abril a tão esperada review do famoso Grand Theft Auto IV. Apesar do jogo somente sair no dia 29 (terça que vem), a IGN volta e meia traz análises antes do lançamento. Não há nada de errado com isso, mas diante da nota a minha tendência é ficar animado e suspeito.
Grand Theft Auto IV: DEZ!

Eu imagino os locutores de resultado das escolas de samba em época de carnaval anunciando a nota dada pela IGN. Embora no início eu estivesse receoso, obviamente assisti à "video review" no site. Infelizmente a mesma me pareceu mais um vídeo promocional do jogo, chegando ao ponto do Hillary falar que o jogo custa $60 USD, mas vale $300. É difícil não levantarmos a sombrancelha nessas horas e falar "Quanto que você recebeu para falar isso?". Ainda assim, decidi ler a análise escrita e isso ajudou bastante. A versão escrita entra em detalhes do jogo e inclusive comenta defeitos. Por fim, escutei o Podcast da IGN no qual Hillary, quem fez a review do GTA4, e mais três outros discutem o jogo e debatem vários aspectos do mesmo, desde a narrativa até o modo multiplayer.

Agora siga os links para a análise escrita e o podcast para que você passe pela mesma experiência que eu. Vale lembrar que é tudo em inglês.
Depois de tudo isso, minha suspeição diminuiu bastante e boa parte foi transformada em animação. Não há mais nada que eu possa fazer...a não ser esperar até ter o jogo em minhas mãos.
Quem sabe até faço uma review...

22 de abr. de 2008

Kokoro Scan

O meu plano era fazer um post comentando a (patética) situação da proibição do Bully aqui no Brasil. Aliás, ainda vou o fazer, mas no meio do caminho fui interceptado por algo mais assustador (e divertido).

Ninguém pode me acusar de pura aleatoriedade porque Kokoro Scan é de fato um jogo em desenvolvimento. Em teoria você falará no microfone do DS e o jogo medirá, pela sua voz, seu nível de estresse. Acontece que não é exatamente isso que o trailer do jogo explica. Aliás, quando o vídeo terminar você vai se perguntar...isso explica alguma coisa?




Em qualquer caso, o vídeo é excelente e um dia eu vou fazer uma versão "karaokê" disso estilo "Daileon".

31 de mar. de 2008

A Febre das Franquias

Eu não vou nem entrar na questão da transmidiação. Já temos suficientes exemplos de livros que se tornaram em jogos ou jogos que se tornaram em desenhos e filmes ou qualquer um dos resultados que você conseguir achar nessa análise combinatória.

Ainda assim, há uma febre quanto à disseminação de franquias e por isso hoje o assunto é Guitar Hero...no DS:





A franquia Guitar Hero só não dominou o mundo ainda porque existe Rock Band...e tudo na vida possui lados positivos e negativos.

Contras: Mais um Guitar Hero? Que nem se parece com uma guitarra de verdade? Claramente uma tentativa de lucrar se baseando no sucesso da série.

...por outro lado...

Prós: O jogo pode não ser uma cópia total porque mesmo com o estranho periférico acoplado se usa uma espécie de palheta no "touch screen". Além disso, pode ser uma abertura para outros jogos de ritmo/musicais no DS, afinal Patapon (PSP) deixa qualquer um com inveja. Na pior das hipóteses...agora você pode jogar Guitar Hero literalmente em qualquer lugar (exceto debaixo d'água).
Resta esperar...

16 de mar. de 2008

A Trilha Sonora do Crime

Depois de vários adiamentos, temos uma data: 29 de abril de 2008. Essa é a suposta data do lançamento de GTA IV.

A trilha sonora do GTA sempre foi um fator positivo, na minha opinião. Mesmo não sendo necessariamente do meu gosto pessoal, era notável a qualidade da produção presente nas rádios de música e bate-papo. Por pior que a música fosse, ela dava vida e animação à rotina do crime.

Agora a Rockstar mostra um breve preview de duas rádios do jogo: Vladivostok e IF99, rádios de música do oriente europeu e "black-music", respectivamente. Confira:



Conforme o lançamento for se aproximando, mais rádios serão divulgadas. Espero que a trilha sonora do crime seja boa, mas na pior das hipóteses eu uso o meu 360 para tocar as músicas do GTA1 e Vice City; que por sinal são excelentes.

Arthur Protasio

3 de mar. de 2008

Battlefield: Heroes

Depois de fazer sucesso nas várias modalidades de um campo de batalha, abordando desde a segunda guerra mundial em 1942 até os tempos atuais com guerras no oriente médio e o futuro gélido de 2142, a DICE decidiu criar mais um spinoff:


Alguns pontos interessantes:
Os desenvolvedores se deram conta de como pode ser importante ser oficialmente de graça e assim não correr o risco de ser usurpado por torrents.
O estilo de arte visual implementado lembra muito o Team Fortress 2 da Valve, inclusive no próprio site há um jpg brincando com isso.
Você não ficará frustrado por perder para "viciados" (como diz o trailer). Entendo perfeitamente como é chato perder para um garoto de 15 anos que joga 8h por dia. Nada contra, era uma prazerosa época, mas eu não tenho mais 15 anos e não tenho tempo pra jogar 8h por dia (infelizmente).
Engraçado é que, além do próprio humor do trailer, eu quero fazer profissionalmente o que os próprios desenvolvedores deixam de fazer para a noite jogar...
Por último, depois de todos esses pontos positivos, se você é fã da música tema do Battlefield como eu, percebeu que essa ficou fraca. Assista esse vídeo com trilha sonora editada para reviver bons momentos...

Agora só resta esperar o lançamento...

Arthur Protasio

18 de fev. de 2008

Censura em Adaptação?

Em recente notícia a famigerada ESRB, conselho que determina a censura dos jogos lançados no mercado internacional divulgou que classificou em 2007 um total de 1563 jogos, ou seja, a maior quantidade até hoje em um período de 365 dias. A interessante revelação por parte dessa estatística é que foi constatado um declínio na quantidade de jogos que receberam a censura "Mature" (sem mencionar a quase inexistente "Adults Only"). 12% em 2005, 8% em 2006 e 6% em 2007. O número total de jogos aumenta, mas a porcentagem de jogos "Mature" diminuiu. Notaram algo de estranho?




A reação imediata é pensar: Isso significa que os jogos estão perdendo o seu conteúdo "adulto"? A quantidade de jogos infantis lançados é cada vez maior. Ao mesmo tempo, jogos como Manhunt 2, que no caso alega ser idêntico ao filme Jogos Mortais, receberam a censura "AO" (enquanto o filme recebeu "R", que equivale a "M" dos videogames). Meses depois, o inofensivo RPG Mass Effect é duramente criticado em rede televisiva por uma série de ignorantes, que não tem contato com videogames, por causa de uma cena de sexo.









Curioso como o videogame é tão criticado. Será por ser uma mídia mais recente que as outras? Seria isso um processo de adaptação? Ao mesmo tempo, me pergunto, será que o conselho que decide a censura dos jogos aos poucos não é influenciado? Aos poucos a noção de o que antes era "AO", hoje em dia pode ser só "Mature"? Talvez o critério de padrão esteja se modificando e a gente não percebe. Especialmente quando pessoas totalmente isoladas do mundo dos games tentam criticá-lo.




Deve ser tudo uma gradual adaptação...

5 de fev. de 2008

O Fim de Winning Eleven

Como quase toda manchete de reportagem essa aqui também vai ser sensacionalista.
Agora que você, fã da "melhor e maior série" de jogos de futebol, já tomou um susto, vou explicar: Não, Winning Eleven não acabou, é apenas o nome que mudou.
A Konami tomou a decisão de mudar o nome da sua franquia futebolesca, nos EUA, para oficialmente Pro Evolution Soccer. Esse já era o nome do jogo na Europa, mas o jogo deste ano será entitulado Pro Evolution Soccer 2008.
Sem dúvida, uma revelação que irá impactar a vida de nós gamers (especialmente eu que nunca fiz questão de comprar um jogo de futebol para os meus consoles).
Apesar do conhecimento inútil, a curiosidade surge através da especulação. Será que a Konami tomou essa decisão de mudar para evitar que o jogo deste ano fosse receber o título Winning Eleven 11? Até que ponto o nome afetaria a marca do jogo? Até que ponto a união Winning Eleven: Pro Evolution Soccer causaria problemas?


A marca de um jogo é extremamente importante. Crie qualquer coisa com mais de duas palavras e o nome do seu jogo certamente será abreviado. Battlefield 2142 é uma exceção à regra, mas eu prefiro falar Max Payne trinta vezes a falar Battlefield 2142 cinco. Desde o clássico Counter-Strike, vulgo CS, até o RPG dos Jedis: Knights of the Old Republic, melhor conhecido como KOTOR. World in Conflict? WIC. Battlefield 2? BF2. Splinter Cell: Chaos Theory? Splinter Cell CT ou até mesmo SC:CT. God of War? GOW. Gears of War? GOW também. Ops.

Quanto não relativo à extensão do nome, deve se levar em conta a temática também. Assim como trailers, nomes de jogos são capazes de te influenciar e fazer esperar por outra coisa. Que palavras são usadas e que imagem elas criam na sua mente? Apesar de ter um significado profundo, nunca entendi como a Konami esperava que o público associasse, ao ouvir "Os 11 que vencem" (tradução do nome), com um jogo de futebol. Talvez ficasse melhor como nome de um romance.
Por isso existe o estudo do "branding", ou seja, a criação de uma marca. Provavelmente pelo mesmo motivo, apesar de muito engraçado, a Konami optou por não chamar seu jogo de Winning Eleven². Uma pena...eu queria ter visto isso.
Edit: Se ainda assim, você quer ver as gafes cometidas por sequências e traduções no mundo dos games e filmes, confira esse vídeo do Angry Videogame Nerd.


Matéria Original: IGN

28 de jan. de 2008

Uma Revolução Conservadora?

Antes de ser crucificado publicamente quero deixar claro que o intuito desse comentário é propor uma análise crítica e não causar uma guerra de fãs de carteirinha entre consoles.

Recentemente vi um trailer do Smash Brothers Brawl para o Wii. Há um bom tempo o jogo vem sendo anunciado, em meio a alguns atrasos, na plataforma revolucionária “next-gen” da Nintendo. A questão curiosa é o controle e a jogabilidade. O Wii vem desbancando tanto o PS3 como o 360 nas vendas de maneira incrível (o que até resultou em uma irritante crise de falta de estoque) porque possui controles intuitivos e finalmente abriu o mundo dos games para o público “casual”. Wii Sports, sendo pioneiro dessa linha de jogos, apresenta controles simples e inteligentes associados aos movimentos do corpo.




O trailer do Smash Brothers Brawl revela apenas uma das quatro formas de controle possíveis para ser usada durante o jogo, mas na prática não há tanta diferença. Você pode usar o Wiimote na posição horizontal, o Wiimote com o Nunchuk, o controle do GameCube ou o controle “clássico” do Wii. Nuâncias a parte, cadê a revolução? Eu entendo o enorme desafio que é implementar a mecânica de movimento do Wiimote em um jogo de luta, mas a revolução perde um pouco do sentido quando o controle remete ao do Super Nintendo.

As opções de controle para o Smash Brothers Brawl são democráticas, mas sem dúvida tudo isso fortalece a noção de que o bom e velho joystick de um jogador “hardcore” não perdeu a força. Pelo visto até mesmo a Nintendo reconhece as vantagens de um controle mais conservador.